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Influenciadora de 25 anos entra em menopausa precoce, afeta 1% das mulheres

Influenciadora de vinte e cinco anos descobre insuficiência ovariana precoce, afeta 1% das mulheres e pode inviabilizar gravidez; reposição hormonal e pesquisas em curso

Aos 25, influenciadora teve sintomas de menopausa, como fogacho
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  • Aos 25 anos, a influenciadora Gabriela Aurora Fregulia foi diagnosticada com insuficiência ovariana prematura (IOP), popularmente chamada de “menopausa precoce”, que atinge cerca de 1% das mulheres.
  • Ela retirou o DIU Mirena aos sete anos de uso, após decidir manter por sete anos, e passou a ter retorno menstrual desregelado, com início de ondas de calor e alterações de humor.
  • Exames mostraram amh próximo de zero e apenas um folículo antral no ultrassom, concluindo pela IOP mesmo sem histórico familiar de casos semelhantes.
  • A Reposição hormonal é indicada para reduzir riscos de doenças cardiovasculares, osteoporose e outros impactos, fortalecendo a qualidade de vida. A pesquisa em tratamentos com células-tronco ainda está em fases experimentais.
  • O diagnóstico trouxe choque, mas a influenciadora mantém o otimismo sobre a maternidade futura, considerando opções como congelamento de óvulos e avanços científicos em desenvolvimento.

Aos 25 anos, Gabriela Aurora Fregulia foi diagnosticada com insuficiência ovariana prematura (IOP), também conhecida como menopausa precoce. A criadora de conteúdo suspeitou de alterações após retirar um DIU hormonal, o Mirena, com o retorno súbito do fluxo menstrual e mudanças intensas no humor.

Ela relata que, ao remover o DIU após sete anos, o ciclo voltou de forma instável. Em março, exames mostraram hormônios não compatíveis com a idade, com AMH próximo de zero e apenas um folículo ovariano detectado no lado esquerdo. O diagnóstico foi confirmado pela ginecologista.

A IOP é descrita como condição persistente e irreversível com tratamentos atuais, afetando cerca de 1% das mulheres, segundo a SBEM. A doença pode trazer fogachos, alterações hormonais, cansaço, insônia, osteoporose e riscos cardiovasculares. A reposição hormonal é indicada para manejo, conforme especialistas.

A influenciadora mantém o otimismo quanto ao futuro da maternidade. Ela cita pesquisas internacionais, especialmente na China e nos EUA, sobre o uso de células-tronco para estimular a função ovariana, ainda em fases de ensaios clínicos. Enquanto isso, opções como congelamento de óvulos e reposição hormonal são discutidas.

O diagnóstico também trouxe impactos emocionais: Gabriela contou que a notícia gerou surpresa e descrença entre familiares. Ela ressalta que o foco da saúde deve prevalecer sobre a pressão social para a gravidez, destacando que a vida não se reduz à opção de ter filhos biológicos.

Segundo a especialista Erica Mantelli, a reposição hormonal adequada pode proteger contra problemas cardiovasculares, ósteo-porose e outros riscos, proporcionando melhor qualidade de vida. Ela reforça que a situação exige avaliação personalizada e acompanhamento médico contínuo.

Apesar do diagnóstico, Gabriela continua buscando informações e caminhos científicos que possam ampliar as possibilidades de gestação no futuro. A influenciadora mantém o sonho, mesmo diante dos desafios impostos pela condição.

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