- Sarah Bradley, 39 anos, de Somerset, Inglaterra, procurou atendimento após dor de cabeça relacionada a um acidente de carro de 2018.
- Em fevereiro de 2024, a ressonância magnética revelou um tumor cerebral com mais de 3,8 centímetros no ventrículo lateral direito.
- Inicialmente, a paciente optou por acompanhar o tumor, mas realizou cirurgia em novembro de 2024 para removê-lo.
- A biópsia confirmou subependimoma, um tumor benigno raro de grau um, e não havia sintomas neurológicos prévios.
- Em novembro de 2025, nova ressonância não apontou vestígios do tumor; um novo exame está marcado para novembro deste ano para confirmar alta.
Sarah Bradley, 39 anos, buscou atendimento médico em Somerset, Inglaterra, para investigar dores de cabeça e tontura decorrentes de um acidente de carro ocorrido seis anos antes. O que começou como uma avaliação de rotina com ressonância magnética terminou com o diagnóstico de um tumor cerebral em 2024.
O acidente de 2018 causou uma lesão cervical leve que evoluiu para dores no pescoço, cefaléia e vertigens ao longo dos anos. Em fevereiro de 2024, a ressonância revelou a presença de um tumor no ventrículo lateral direito, com diâmetro superior a 3,8 cm, levandoBradley a seguir tratamento neurológico.
Inicialmente, o plano foi acompanhar o tumor por meio de exames, mas, em novembro de 2024, a paciente precisou realizar uma cirurgia. O procedimento visou remover o tumor, com a confirmação posterior de subependimoma, um tumor benigno raro de grau 1, em biópsia.
Após a cirurgia, o tumor foi encaminhado para análise histopatológica para confirmação diagnóstica. Bradley relatou que não apresentava sintomas prévios do tumor, atribuindo as queixas ao quadro cervical anterior. Em novembro de 2025, a nova ressonância apontou ausência de vestígios do tumor.
Um segundo exame está programado para novembro deste ano para confirmar a alta clínica. A paciente permanece sob acompanhamento médico para monitorar possíveis recidivas e acompanhar seu estado neurológico.
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