- O Pentágono divulgou mais de cem documentos sobre aparições de objetos não identificados (OVNIs) e fenômenos anômalos não identificados (UAPs).
- Apolo dezessete, de 1972, relatou visão de vários objetos não identificados e flashes no espaço próximo à Lua; uma foto mostra três pontos em formação triangular, claramente visíveis na ampliação.
- O Pentágono disse não haver consenso sobre a natureza da anomalia, mas a análise preliminar aponta para um objeto físico.
- O piloto Ronald Evans mencionou partículas muito brilhantes que passam pela nave durante manobras; Harrison Schmitt descreveu luzes grandes na janela, lembrando o Dia da Independência visto pela ventanilha.
- A missão Apollo onze, de 1969, também relatou movimentações incomuns; Buzz Aldrin descreveu algo muito incomum perto da Lua, com observação feita por monóculo; novos documentos e vídeos serão divulgados gradualmente.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Pentágono, divulgou na última sexta-feira mais de 100 documentos sobre avistamentos de objetos não identificados e fenômenos não identificados. As informações abrangem relatos de OVNIs e UAPs. A divulgação é parcial, com novos materiais ainda a chegar.
Os papéis incluem depoimentos da tripulação da Apollo 17, a última missão tripulada à Lua, realizada em 1972. Astronautas relataram ver objetos não identificados no espaço, com destaque para três pontos em formação triangular e flashes que lembravam fogos de artifício. Uma foto da época mostra os três pontos próximos à Lua.
O Pentágono informou que não há consenso sobre a natureza das anomalias. Uma análise preliminar indicou a possibilidade de um objeto físico, sem confirmar a origem ou a finalidade dos fenômenos. A descrição aponta partículas muito brilhantes que pareciam flutuar durante manobras.
Segundo registros, o piloto Ronald Evans descreveu partículas de luz que se moviam de forma diferente durante as manobras. O colega de cabine, Harrison Schmitt, mencionou várias luzes intensas na visão externa e comparou o fenômeno a celebração de 4 de julho visto pela janela.
Relatos da Apollo 11, de 1969, também integram os documentos. O astronauta Buzz Aldrin relatou a observação de algo incomum próximo à Lua e mencionou que os tripulantes analisaram o objeto com um instrumento óptico disponível na época. As descrições reforçam a presença de fenômenos não identificados.
O Departamento de Defesa informou que a divulgação ocorrerá de forma gradual, com novos documentos e vídeos sendo tornados públicos ao longo do tempo. O governo norte-americano mantém o registro oficial desses materiais para avaliação contínua.
Detalhes das evidências
Os arquivos incluem imagens que, segundo o documento, são claramente visíveis ao ampliar a fotografia. As observações envolvem tanto objetos com presença física quanto luzes que não se encaixam em explicações convencionais. O material já divulgado não conclui a natureza dos fenômenos.
Especialistas ressaltam que, mesmo com relatos de missões históricas, não há confirmação de origem extraterrestre. O Ministério da Defesa dos EUA reforça a natureza anônima dos objetos e a necessidade de análises adicionais para embasar qualquer conclusão.
Entre na conversa da comunidade