- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmou sete casos de hantavírus no Brasil, todos sem relação com a cepa transmitida entre humanos.
- Segundo Padilha, a cepa associada ao surto do cruzeiro é exclusiva da região andina e nunca circulou no Brasil.
- O Brasil tem histórico de hantavirose desde os anos noventa, mas, segundo o ministro, a cepa andina não circula no país.
- A transmissão ocorre pela inalação de fezes de roedores, conforme explicou Padilha.
- A Organização Mundial da Saúde não considera risco de pandemia para o surto específico do cruzeiro.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou nesta segunda-feira (11) que os sete casos confirmados de hantavírus no Brasil não envolvem a cepa transmitida entre humanos. O anúncio ocorreu durante evento em Brasília, entre as pastas da Saúde e das Comunicações.
Padilha explicou que o hantavírus circulante no Brasil é diferente da cepa associada ao surto detectado em um cruzeiro. A cepa identificada no cruzeiro é exclusiva da região andina, segundo o ministro, e jamais circulou no Brasil desde os anos 90.
Ele lembrou que a doença ocorre pela inalação de fezes de roedores. Também destacou que o Brasil tem capacidade para identificar e genotipar os casos, e que a Organização Mundial da Saúde não considera risco de pandemia ligado a esse surto específico do cruzeiro.
Cepa andina não circula no Brasil
Padilha reiterou que, entre os sete casos recentes, nenhum pertence à cepa andina. O ministro mencionou que o primeiro hantavírus registrado ocorreu nos anos 90, nos Estados Unidos, e que casos no Brasil vêm sendo registrados há décadas sem transmissão entre humanos.
Ainda segundo o ministro, a vigilância genomic e a genotipagem permitem confirmar o tipo da cepa em cada caso. A instituição mantém acompanhamento para orientar medidas de prevenção e controle.
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