- A Organização Mundial da Saúde informou que o hantavírus é mais contagioso nos primeiros dias da doença, o que justifica a quarentena de casos suspeitos.
- O chefe da unidade EAR da OMS, Olivier le Polain, afirmou que a transmissão é maior desde o início e nos momentos iniciais da doença.
- A OMS destacou que, devido ao período de incubação, é possível que novos casos apareçam nos próximos dias ou até na próxima semana, exigindo identificação, isolamento e atendimento.
- A crise a bordo do cruzeiro MV Hondius, com surto de hantavírus, mobilizou atenção global, mas a OMS disse que a situação não é comparável à pandemia de covid-19 de 2020.
- Três passageiros do navio, que partiu de Ushuaia no dia 1º de abril, morreram em decorrência do hantavírus, vírus raro para o qual não há vacina nem tratamento.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta segunda-feira que o hantavírus é mais contagioso no início da doença, o que sustenta a adoção de quarentena para casos suspeitos. A avaliação foi feita pela diretoria da OMS durante uma transmissão ao vivo em várias plataformas.
O responsável pela unidade EAR (epidemiologia e análise para a resposta) afirmou que a contagiosidade é maior nos primeiros dias e até nos primeiros momentos da doença. Ele destacou que o período de incubação exige vigilância constante e identificação rápida dos casos para isolamento e atendimento.
O caso envolve o cruzeiro MV Hondius, que teve um surto de hantavírus a bordo. O navio partiu de Ushuaia, na Argentina, no dia 1º de abril. Três passageiros morreram em decorrência da infecção, uma condição rara para a qual não existe vacina nem tratamento específico.
Contexto e desdobramentos
A OMS reitera que a gravidade do surto no barco não pode ser equiparada à pandemia de covid-19 de 2020. Autoridades de saúde continuam monitorando a situação e avaliando medidas preventivas para evitar a contaminação entre tripulação e passageiros.
- A organização ressalta a necessidade de identificação rápida de sinais e sintomas para reduzir o risco de transmissão.
- Não há evidência de tratamento específico ou vacina para hantavirose, o que aumenta a importância de medidas de isolamento.
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