- Agricultores de Rio Verde, Paraúna e Montevidiu, em Goiás, passaram a realizar chuva artificial com aviões agrícolas, espalhando cloreto de sódio na base das nuvens para acelerar a precipitação durante a seca.
- O sal é aplicado em alta concentração para estimular a formação de gotas pesadas dentro da nuvem, ajudando a chuva a ocorrer, segundo o piloto Beto Textor.
- O Instituto Federal Goiano monitora dados meteorológicos para orientar os dias e locais com maior probabilidade de sucesso do procedimento.
- A operação ocorre três horas por dia, com custo de R$ 4.000 por hora de voo, rateado entre os participantes; se a chuva se concentrar em uma propriedade, o dono arca com todo o pagamento.
- A técnica é adotada como medida de enfrentamento à escassez hídrica na região.
Agricultores de Rio Verde, Paraúna e Montevidiu, em Goiás, adotaram uma técnica de chuva artificial para enfrentar a seca. O método envolve aeronaves agrícolas que lançam cloreto de sódio sobre as nuvens, acelerando a formação de precipitação.
O piloto Beto Textor explica que o sal é aplicado na base da nuvem em alta concentração, aproveitando correntes convectivas. A ideia é favorecer o aparecimento de gotas pesadas e estimular a chuva.
O Instituto Federal Goiano acompanha dados meteorológicos para indicar dias e regiões com maior probabilidade de sucesso. A operação ocorre por três horas diárias, com custo de R$ 4.000 por hora de voo.
Custos e condições de pagamento
O investimento éRate compartilhado entre os participantes do projeto. Caso a chuva se concentre em uma propriedade específica, o dono daquela terra arca com o pagamento integral.
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