- A ultrassonografia morfológica passou a ser obrigatória no pré-natal pelo SUS, com pelo menos dois exames para acompanhar o desenvolvimento fetal, identificar malformações e avaliar riscos à gestante e ao bebê.
- O exame é feito em janelas específicas: entre 11 e 14 semanas no primeiro trimestre e entre 20 e 24 semanas no segundo, com avaliação detalhada da anatomia do bebê.
- O objetivo é orientar decisões clínicas, planejamento pré-natal e encaminhamentos para especialistas quando houver alterações.
- Em 2023, cerca de 300 mil bebês nasceram prematuros no Brasil, o que corresponde a quase 12% dos nascimentos; o morfológico pode ajudar a detectar fatores de risco como alterações placentárias e predisposição a parto prematuro.
- Defende-se atendimento humano e técnico de qualidade durante o exame, com explicação do que é avaliado e espaço para esclarecer dúvidas, para aumentar a segurança e a tranquilidade das famílias.
O ultrassom morfológico detalha a formação do feto e permite prever riscos para a gestação. A prática passou a ser obrigatória no pré-natal do SUS, conforme decisão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara em 2025. Fontes associadas destacam a participação da Febrasgo na divulgação.
A medida prevê a realização de pelo menos dois exames durante a gestação, com foco na avaliação da morfologia fetal e no reconhecimento de malformações. Além disso, o procedimento ajuda a identificar gestações com maior risco de complicações para a mãe e o bebê.
A Dra. Vanessa de Oliveira Maciel, ginecologista obstetra da Clínica Alma, descreve o morfológico como mais criterioso que o ultrassom de rotina, com janelas específicas entre o 11º e 14º semana, e entre as 20ª e 24ª semanas. O objetivo é mapear a anatomia fetal com maior precisão.
Segundo a especialista, o ultrassom morfológico abrange coração, cérebro, coluna, rins, face e membros, entre outros sistemas. Ao identificar alterações precocemente, é possível planejar condutas clínicas com mais segurança, envolvendo equipe multiprofissional.
Atendimento técnico aliado à abordagem humanizada é ressaltado pela médica. Detalhes como o planejamento do parto em centros com estrutura adequada podem ser necessários quando alterações são detectadas durante o exame.
Dados nacionais e internacionais indicam que a detecção precoce facilita encaminhamentos a serviços especializados e intervenções preventivas. Em caso de alterações sem impacto imediato, o acompanhamento permanece orientado pela equipe médica.
Em 2023, o Brasil registrou cerca de 300 mil nascimentos prematuros, aproximadamente 12% do total, segundo Agência Brasil. A morfológica oferece também a medição do colo do útero, cuja redução aumenta o risco de parto prematuro.
A obstetra reforça que o exame pode influenciar decisões clínicas ao longo da gestação. Quando há diagnóstico precoce, a equipe se prepara com antecedência, seja para monitoramento mais próximo ou para o parto em local apropriado.
A publicação da Febrasgo ressalta ainda que o exame facilita encaminhamentos a serviços especializados e orienta intervenções preventivas. Mesmo sem alterações, o morfológico transmite tranquilidade às famílias durante o pré-natal.
Para a gestante, a qualidade do ultrassom depende da experiência do profissional e do equipamento. O estudo é apresentado como parte essencial dos cuidados pré-natais, ajudando a acompanhar a formação e o desenvolvimento do bebê.
A médica enfatiza a importância de escolher com cuidado onde realizar o exame e com quem. Equipamento de alta resolução e profissionais atenciosos são determinantes para captar detalhes relevantes.
Para informações adicionais sobre o serviço, a clínica Alma disponibiliza informações em seu site institucional. O conteúdo reforça a relevância do ultrassom morfológico como um dos primeiros cuidados com a saúde do bebê ainda no útero.
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