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Acessibilidade encontra inovação com soluções inclusivas

NIA-InovaUSP transforma acessibilidade em vetor de inovação, conectando universidade, mercado e sociedade para plataformas digitais inclusivas desde o desenho

Roseli de Deus Lopes – Foto: Arquivo pessoal
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  • O Núcleo de Inovação em Acessibilidade do InovaUSP (NIA-InovaUSP) foi criado para tratar a acessibilidade como vetor de inovação tecnológica assistiva, indo além de uma obrigação legal.
  • O texto contextualiza a evolução da acessibilidade: de soluções arquitetônicas para demandas digitais, enfatizando a necessidade de plataformas e interfaces acessíveis.
  • Os idealizadores são Roseli de Deus Lopes, Arturo Forner Cordero e Cid Torquato, propondo o NIA como hub de ideias e projetos inovadores.
  • O objetivo é estabelecer um polo de inovação em acessibilidade, conectando universidade, mercado e sociedade, com foco em design universal e recursos inclusivos.
  • Apesar de a legislação brasileira avançar, a prática ainda carece de implementação ampla; a ideia é colocar a acessibilidade no centro de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação.

Durante muito tempo, a acessibilidade foi vista principalmente como uma obrigação legal ou uma adaptação física. Rampas, elevadores e normas urbanísticas simbolizavam esse objetivo de correção de barreiras estruturais.

Hoje, a abordagem mudou: o foco é a inclusão digital e a inovação. Em um cenário em que serviços públicos, bancos, educação e relações sociais migraram para plataformas on-line, o NIA – Núcleo de Inovação em Acessibilidade do InovaUSP – surge como resposta para tornar tecnologias acessíveis desde o projeto.

O que é o NIA-InovaUSP

Idealizado por Roseli de Deus Lopes, Arturo Forner Cordero e Cid Torquato, o núcleo busca tratar a acessibilidade como vetor de inovação tecnológica assistiva, e não apenas como requisito legal. A proposta é criar um hub de ideias e projetos que concentre a acessibilidade como estratégia multidisciplinar.

O foco é conectar universidade, mercado e sociedade, promovendo recursos inclusivos, interfaces acessíveis e ferramentas adaptativas. A iniciativa defende o uso de design universal e de práticas que previnam a construção de novas barreiras, incorporando a tecnologia como instrumental de inclusão.

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