- Rio Verde, Goiás, recebeu o segundo dia da 2ª prova piloto do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola do IBGE, ocorrido nesta terça-feira, 12.
- As equipes testaram questionários, sistemas digitais e estratégias logísticas para orientar a qualidade da coleta e a validação dos aplicativos usados pelos recenseadores.
- O superintendente do IBGE em Goiás, Edson Vieira, destacou que os testes ajudam a planejar uma operação rápida e precisa, com respeito ao período de referência.
- Entre as novidades, o censo passará a mapear sistemas agroalimentares de povos e comunidades tradicionais, além de ampliar temas como sucessão familiar, sustentabilidade e uso de tecnologia no campo.
- Vieira enfatizou o sigilo das informações, garantindo uso exclusivo para fins estatísticos e assegurando que os dados não sejam usados para fiscalização ou tributação.
Rio Verde (GO) sediou o segundo dia da 2ª prova piloto do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, promovido pelo IBGE. O objetivo é testar instrumentos e procedimentos em condições reais antes do levantamento nacional.
As equipes continuam em campo e nos postos de coleta, avaliando questionários, sistemas digitais e a logística de operação. As atividades vão desde o planejamento da coleta até a validação dos aplicativos usados pelos recenseadores.
Durante entrevista ao programa Boa Tarde Produtor, o superintendente do IBGE em Goiás destacou a relevância da etapa preparatória para o sucesso do censo, ressaltando a necessidade de rapidez e precisão no levantamento.
Ele ressaltou que o Censo Agropecuário oferece uma visão detalhada do setor, indo além de pesquisas amostrais ao levantar uso da terra, mão de obra, tecnologia e organização da produção, para subsidiar decisões públicas e privadas.
Novidades e foco da edição
Entre as inovações, destaca-se a inclusão de sistemas agroalimentares de povos e comunidades tradicionais, retratados pela primeira vez com maior representatividade. Também se ampliam temas como sucessão familiar e uso de tecnologia no campo.
A proposta é mapear o uso de drones, agricultura de precisão e softwares na produção, a fim de entender o nível de modernização do setor e identificar desigualdades de acesso, segundo o IBGE.
Sigilo e confiabilidade
O IBGE reforça que as informações coletadas têm sigilo assegurado por lei e são usadas apenas para fins estatísticos, sem finalidade de fiscalização ou tributação. A qualidade dos dados é fundamental para o sistema estatístico nacional.
A atuação no município reforça o papel da região no agronegócio brasileiro e contribui para o aprimoramento de uma das principais pesquisas estruturantes do país.
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