Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Roncos e horários incompatíveis levam casais a dormirem em camas separadas

Ronco, apneia e horários incompatíveis levam casais a dormir em camas separadas; estudo global traz aumento desse ‘divórcio do sono’

Divórcio do sono — Foto: Erke Rysdauletov / Unsplash
0:00
Carregando...
0:00
  • Pesquisa da Academia Americana de Medicina do Sono (AASM) em 2023 aponta que mais de um terço dos americanos dormem ocasional ou regularmente em quartos separados de seus parceiros.
  • No Reino Unido, o Sleep Council mostra que, em 2020, um em cada seis casais dormia separadamente, o dobro do registrado em 2009.
  • O fenômeno ganhou o nome sleep divorce (divórcio do sono) e é visto como uma solução prática para casais com problemas de sono, não como romance perdido.
  • Motivos citados incluem ronco, apneia, horários incompatíveis e diferenças de temperatura corporal; pesquisa global da ResMed de 2025 indica que 32% apontam o ronco como fator decisivo.
  • Especialistas destacam que a separação da cama pode indicar ajustes no relacionamento: é necessário avaliar se melhora o sono ou facilita evitar tratar outros problemas.

O divórcio do sono tem ganhado espaço nas conversas sobre relacionamentos. Em 2023, a Academia Americana de Medicina do Sono (AASM) apontou que mais de um terço dos americanos dormem ocasionalmente ou regularmente em quartos separados. Dados do Sleep Council do Reino Unido, em 2020, mostraram que um em cada seis casais dormia separado, o dobro de 2009. O fenômeno recebeu o rótulo sleep divorce e vem sendo discutido como solução prática para manter qualidade de sono e bem-estar.

A pesquisa global da ResMed, em 2025, ouviu mais de 30 mil pessoas em 13 países. Ela indicou que 32% apontaram o ronco ou a respiração barulhenta do parceiro como fatores que atrapalham diretamente o sono. A relação entre sono de qualidade, humor e disposição no dia seguinte é citada por especialistas como uma consequência direta do sono inadequado.

Freud não tratou do tema, mas a análise de como a proximidade física impacta o psiquismo inspira leituras sobre o assunto. Dormir ao lado de alguém envolve vulnerabilidade e confiança, elementos que podem se reorganizar quando a disposição de compartilhar a cama muda. A decisão de dormir separado pode sinalizar tensões pré-existentes ou apenas uma resposta prática a desconfortos corporais.

Motivos do fenômeno

Ronco, apneia, horários incompatíveis, temperaturas corporais distintas e insônia de um que acorda o outro são citados como causas comuns pelo público que adota o divórcio do sono. A ideia é preservar a qualidade do descanso sem comprometer o vínculo afetivo, conforme relatos de pesquisas que acompanham a tendência.

Desdobramentos e perguntas-chave

Especialistas ressaltam que não há resposta universal. Questiona-se se a separação da cama resolve apenas o sono ou facilita evitar resolver outros conflitos. Casais que optam por manter camas separadas costumam buscar equilíbrio entre bem-estar individual e convivência conjunta.

Observação de especialistas

Profissionais destacam a importância de alinhar expectativas e manter comunicação aberta. A decisão, segundo eles, deve considerar impactos na intimidade, na rotina diária e na saúde. O debate permanece central na discussão sobre qualidade de vida a dois.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais