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Diretora da NASA afirma que grandes líderes precisam do fracasso

Diretora da NASA afirma que líderes precisam de garra e tolerância ao risco; o fracasso é visto como combustível para inovação e avanços em missões

Vanessa Wyche, diretora da NASA
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  • Vanessa Wyche, diretora do NASA Johnson Space Center, afirma que garra e tolerância ao risco são essenciais para liderar e impulsionar a inovação, principalmente em cenários de incerteza como missões espaciais.
  • O Johnson Space Center abriga o corpo de astronautas, treinamentos e mais de 11 mil funcionários; Artemis II está entre as iniciativas ligadas ao retorno à Lua.
  • A líder defende que o fracasso deve ser visto como inteligência e utilizado para aprimorar próximos passos, com análise de falhas para aprender.
  • Lideranças precisam promover cultura de crescimento, não aversão ao risco, pois ambientes excessivamente contidos podem frear a inovação e a solução de problemas.
  • Lições da Artemis II — como ajustes no armazenamento de refeições dentro da cápsula Orion — são citadas como exemplos de aprendizado com falhas para futuras missões.

A diretora do NASA Johnson Space Center, Vanessa Wyche, defende que líderes de grande impacto precisam aceitar o fracasso como parte do processo. Ela enfatiza que garra e tolerância ao risco impulsionam a inovação.

Em entrevista recente, Wyche afirmou que estar disposto a sofrer tombos é essencial para avançar em cenários de incerteza. O Johnson Space Center comanda o corpo de astronautas dos EUA e treinamentos, além de viagens como Artemis II.

Ela ressalta que decisões de alto impacto, com custos e vidas em jogo, exigem disciplina técnica e preparação. Ainda assim, o ambiente precisa tratar o erro como aprendizado para o próximo passo.

Fracasso como motor da liderança

Para a diretora, a cultura institucional deve encorajar o fracasso como parte da inteligência. A visão é de uma mentalidade de crescimento, na qual falhas são analisadas para melhorar procedimentos e estratégias.

Wyche diz que líderes devem demonstrar resiliência: reconhecer erros, explicar aprendizados em tempo real e incentivar apostas calculadas. O objetivo é manter equipes motivadas a inovar sem medo de errar.

Ela explica que mudanças de postura são cruciais em STEM e em setores diversos. A ideia central é que a inovação surge da capacidade de superar cicatrizes, não de evitá-las a todo custo.

Lições da Artemis II

Durante a cobertura da Artemis II, o astronauta Reid Wiseman compartilhou aprendizados práticos, como a necessidade de ajustar o armazenamento de refeições na cápsula Orion para facilitar o acesso. Essas lições alimentam o aprendizado da próxima missão.

A missão Artemis II, maior referência de retorno humano à Lua, exemplifica como falhas ou ajustes operacionais podem orientar melhorias. A coleta de dados e o aperfeiçoamento contínuo são partes do processo.

Segundo Wyche, ambientes que premiam a honestidade sobre dificuldades fortalecem equipes e reduzem riscos desnecessários. A liderança voltada ao crescimento baseada em experimentos gera resultados mais robustos.

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