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Gema amarela descoberta em Minas Gerais é um dos fosfatos mais raros do mercado

Brasilianita, fosfato raro de Minas Gerais, é altamente valorizada internacionalmente; a lapidação é desafiadora e seus cristais brutos vão a museus

Gema fosfatada de cor amarelo-esverdeada, descoberta no Brasil em 1944, valorizada por sua raridade e beleza cristalina
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  • A brasilianita foi descoberta em 1944 em Conselheiro Pena, Minas Gerais, e é uma das gemas fosfatadas mais valiosas e raras, com jazidas concentradas em MG, segundo documentos do Serviço Geológico do Brasil.
  • A pedra é amarela‑esverdeada e ganhou o nome Brasil em homenagem ao país; os melhores cristais já eksportados para o Museu Americano de História Natural, conforme relatos do CPRM.
  • A lapidação é desafiadora por causa da clivagem perfeita e da dureza de 5,5 na escala de Mohs, tornando a gema frágil para uso diário; normalmente aparece em pingentes ou permanece bruta em coleções.
  • Em relação ao topázio imperial, a brasilianita é extremamente rara, com jazidas em Minas Gerais, enquanto o topázio imperial é mais resistente e tem disponibilidade de mercado.
  • Fórmula química: NaAl3(PO4)2(OH)4.

A brasilianita, uma gema fosfatada de cor amarelo-esverdeada, tem seu marco inicial em 1944, na região de Conselheiro Pena, em Minas Gerais. A descoberta, feita por curiosidade científica, revelou um mineral novo para a comunidade mineralógica internacional. O Brasil ganhou o reconhecimento com o nome Brasil na nomenclatura mundial.

Originalmente confundida com crisoberilo ou topázio pela tonalidade amarela, a brasilianita foi comprovada como material único por análises laboratoriais. O mineral recebeu o nome em homenagem ao Brasil, consolidando a identidade brasileira no estudo de minerais. Os melhores cristais já encontrados seguiram para instituições de referência.

A extração de cristais de qualidade gema é extremamente rara e aponta para um patrimônio mineral significativo. Documentos históricos do CPRM atestam que os espécimes mais puros já exportados acabaram no Museu Americano de História Natural, devido à sua perfeição cristalográfica.

Desafios da lapidação

A brasilianita apresenta clivagem severa e dureza relativamente baixa, o que a torna frágil e sensível a riscos. Qualquer erro de pressão pode comprometer a peça, levando a que seja mais comum a utilização em pingentes ou mantida em coleção bruta, em vez de uso diário.

Dados técnicos que definem o fosfato

A estrutura cristalina é marcante pela geometria perfeita. Cristais bem formados podem valer mais na natureza do que já lapidados. A pureza extraída em Minas Gerais é considerada incomparável diante de ocorrências localizadas em outras regiões. A fórmula química da brasilianita é NaAl3(PO4)2(OH)4.

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