- Diabetes gestacional é o aumento da glicose no sangue diagnosticado pela primeira vez durante a gravidez.
- Pode não apresentar sintomas, mas os sinais comuns incluem sede excessiva, frequência urinária, fadiga, visão turva, náusea e candidíase.
- Para a mãe, há risco aumentado de pré-eclâmpsia e de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro; para o bebê, há possibilidade de macrossomia, parto difícil e maior probabilidade de cirurgia cesariana, além de malformações e complicações perinatais.
- Segundo diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2025), cerca de dezesseis por cento dos nascidos vivos são de mulheres com hiperglicemia durante a gestação.
- O diagnóstico geralmente é feito entre a 24ª e a 28ª semana de gestação; o tratamento combina alimentação balanceada, atividade física e, se necessário, medicação.
O diabetes gestacional é uma alteração no controle da glicose que surge pela primeira vez durante a gravidez. Em muitos casos, não apresenta sintomas, mas pode impactar a mãe e o bebê. O acompanhamento pré-natal é essencial para identificar e tratar a condição.
A condição envolve resistência à insulina causada por hormônios placentários, que dificultam a entrada de glicose nas células. Assim, a glicose permanece elevada na corrente sanguínea, elevando os riscos para ambos.
Segundo diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2025, cerca de 16% dos nascimentos vivos ocorrem em decorrência de hiperglicemia durante a gravidez. O diagnóstico é feito entre a 24ª e a 28ª semana por meio de exames de rastreamento.
O que é diabetes gestacional
Mudanças no estilo de vida costumam ser suficientes para controlar a glicose, com foco em dieta balanceada e atividade física. Quando necessário, pode haver uso de medicação sob orientação médica.
Riscos para mãe e bebê
Para o bebê, pode ocorrer macrossomia e dificuldades no parto, aumentando a chance de cesariana. Há maior risco de malformações, aborto e complicações perinatais. A longo prazo, a criança pode ter obesidade ou diabetes tipo 2.
Para a mãe, aumenta o risco de pré-eclâmpsia e de desenvolver diabetes tipo 2 após a gestação. A detecção precoce facilita o tratamento e reduz os riscos para mãe e filho.
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