- Casos de doenças respiratórias em crianças com menos de dois anos no Brasil estão crescendo.
- Nos últimos quatro semanas, o Vírus Respiratório Sincicial (VRS) foi o mais identificado e é o principal causador da bronquiolite.
- Também aparecem com frequência Influenza A e Rinovírus entre os casos.
- A Fiocruz aponta que a Influenza A é responsável por quase 52% das mortes por síndrome respiratória aguda grave, principalmente entre idosos.
- Todos os estados e o Distrito Federal estão em alerta para esse aumento.
O país registra aumento de casos de doenças respiratórias em crianças com menos de 2 anos. Nos últimos 30 dias, o Vírus Respiratório Sincicial (VRS) foi o agente mais identificado, sendo a principal causa da bronquiolite nessa faixa etária. Além do VRS, Influenza A e Rinovírus mostram frequência relevante.
A gravidade dos quadros vem sendo observada principalmente entre as crianças, com maior incidência de internações em alguns estados. Dados indicam que o VRS continua sendo o principal fator de síndrome respiratória aguda grave em menores de dois anos, em meio a outros vírus que aparecem com menor frequência.
Segundo a Fiocruz, a Influenza A responde por quase 52% das mortes por SRAG, com predomínio entre idosos. A partir dessas informações, autoridades em saúde mantêm alerta para o aumento de casos e buscam medidas de vigilância e prevenção em todo o país.
Impacto por faixa etária
Entre os idosos, a Influenza A é apontada como principal causadora de óbitos dentro do conjunto de SRAG, refletindo maior vulnerabilidade desse grupo. O restante da população também é monitorado, com vigilância ampliada para vírus respiratórios como Rinovírus.
Situação por estados
A divulgação aponta a situação de alerta em todos os estados e no Distrito Federal, com fluxos de notificação e ações de proteção à população. As autoridades reforçam a importância de medidas básicas de saúde pública, como vacinação e higiene, para reduzir casos graves.
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