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Marisa Midori comenta 200 anos da biblioteca da Academia de Ciências da Hungria

Em Budapeste, Marisa Midori destaca a Biblioteca da Academia de Ciências da Hungria, duzentos anos de história e o papel da instituição na preservação do saber

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  • Marisa Midori está em Budapeste participando das celebrações dos duzentos anos da biblioteca da Academia de Ciências da Hungria.
  • A Academia foi fundada em 1825 e, hoje, possui 16 laureados com o Prêmio Nobel entre seus membros efetivos, estrangeiros e cientistas emigrados.
  • A biblioteca foi criada em 1826; o diretor István Monok ressalta que é essencial entender a história pela singularidade da instituição, semelhante à Biblioteca Nacional da Hungria.
  • Entre os acervos relevantes estão os arquivos e a biblioteca do filósofo Georg Lukács, além do manuscrito Haggadah Kaufmann, do século XIV, originário da Catalunha, Espanha.
  • Marisa Midori participou de núcleos de trabalho com bibliotecários e historiadores do livro para entender como diferentes países moldaram suas bibliotecas dentro da lógica do conhecimento.

A professora Marisa Midori está em Budapeste para participar das comemorações dos 200 anos da biblioteca da Academia de Ciências da Hungria, instituição marcada para a capital húngara. A visita ocorre no contexto das celebrações que destacam a trajetória da instituição.

A Academia, fundada em 1825, soma hoje 16 laureados com o Prêmio Nobel, entre membros efetivos, estrangeiros e cientistas emigrados. A historiografia é lembrada em meio às diásporas associadas aos choques históricos que desafiaram a Hungria.

A biblioteca da Academia foi criada em 1826, um ano após a instituição ser estabelecida. O diretor István Monok destaca que o acervo combina memória de grandes figuras com itens únicos que atestam a diversidade documental.

Destaques da coleção

Entre os itens raros está a Haggadah Kaufmann, um manuscrito do século 14, ricamente iluminado. A obra, em pergaminho, tem origem na Catalunha, na Espanha, segundo a pesquisadora.

Marisa Midori comenta os arquivos que testemunham o percurso da biblioteca e da academia, incluindo trabalhos históricos de Georg Lukács. O acervo reúne materiais de bibliotecários e estudiosos de várias partes da Europa.

A pesquisadora participou de um núcleo de trabalho formado por especialistas em ciência do livro e bibliotecas. O objetivo foi entender como diferentes países estruturaram bibliotecas para consolidar o conhecimento.

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