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Poder público deve usar tecnologia para resposta rápida, diz diretora do Google

Tecnologia e IA permitem resposta rápida da gestão pública a problemas urbanos, apesar da resistência, com dados municipais guiando o planejamento

Paula Aluani explica o que é preciso para solucionar desafios do planejamento urbano.
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  • Paula Aluani, diretora de Parcerias Geográficas para a América Latina do Google, diz que o poder público precisa usar tecnologia e inteligência artificial para agir rápido no planejamento urbano, com dados como buracos, acidentes e celulares roubados servindo de base.
  • O tema foi discutido no painel A Cidade Orientada por Dados, no São Paulo Innovation Week, com a participação de Cassiano Rusycki (Mais Mobi) e Roberto Speicys Cardoso (Scipopulis).
  • Ela destacou que ainda há resistência à tecnologia por parte da população e da burocracia pública, reforçando que a tecnologia não é inimiga e pode economizar tempo e dinheiro.
  • O diretor executivo do Mais Mobi, Cassiano Rusycki, afirmou que o futuro das políticas públicas depende de os gestores ouvirem os dados do município para planejar investimentos e ações.
  • O São Paulo Innovation Week é o maior festival global de tecnologia e inovação, com mais de dois mil palestrantes; no fim de semana há programação gratuita em quatro CEUs da cidade, sem necessidade de inscrição.

A diretora de Parcerias Geográficas para a América Latina do Google, Paula Aluani, defendeu o uso de tecnologia e inteligência artificial para acelerar respostas do poder público aos problemas urbanos. Ela citou dados de ruas, tráfego e incidentes como ferramentas de planejamento.

Durante o São Paulo Innovation Week, o painel A Cidade Orientada por Dados reuniu Paula Aluani, Cassiano Rusycki (Mais Mobi) e Roberto Speicys Cardoso (Scipopulis). O objetivo foi discutir como dados ajudam a planejar cidades mais eficientes. O evento ocorreu no Pacaembu e na Faap.

Aluani destacou que a tecnologia permite identificar buracos, acidentes e até furtos envolvendo vidro quebrado, com dados que podem orientar políticas públicas. No entanto, lembrou resistência de parte da população e da burocracia para incorporar inovações.

Rusycki, diretor executivo do Mais Mobi, afirmou que o futuro das políticas depende da capacidade de ouvir os dados municipais. Ele indicou que esse movimento facilita organização, planejamento e redesenho de ações públicas.

Desafios e perspectivas

O painel apontou que a adoção de tecnologia não deve enfrentar resistência, mas exigir governança clara e transparência no uso dos dados. A executiva reforçou a necessidade de ambientes que valorizem o uso responsável de IA.

O debate também destacou a importância de ampliar a participação pública na coleta de informações municipais. Segundo os especialistas, dados abertos ajudam a priorizar investimentos e ajustar programas de forma ágil.

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