- Síndrome de Pica é um transtorno alimentar com desejo persistente de ingerir substâncias não comestíveis por pelo menos um mês.
- Pode ocorrer em crianças e adultos, e pode estar associado a anemia por deficiência de ferro, falta de zinco, ansiedade, depressão, transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, gravidez ou desnutrição.
- Itens frequentemente consumidos incluem papel, terra, gelo, giz, cabelo, sabão, tinta e argila, entre outros; esses materiais podem causar intoxicação, obstrução intestinal e danos ao sistema digestivo.
- O diagnóstico costuma envolver avaliação clínica e exames como sangue, ferro, vitaminas, fezes e, em alguns casos, radiografias ou tomografias.
- O tratamento pode incluir terapia comportamental, acompanhamento psicológico, correção de deficiências nutricionais, mudanças alimentares e tratamento de transtornos associados; procure ajuda ao ocorrer ingestão frequente.
A Síndrome de Pica é um transtorno alimentar caracterizado pelo desejo frequente de ingerir substâncias não alimentares. Papel, terra, gelo, cabelo, sabão e tinta aparecem entre as opções relatadas. O comportamento pode ocorrer desde a infância, mas se mantém de forma repetitiva, requerendo avaliação médica.
O que é a condição envolve a ingestão por pelo menos um mês de itens sem valor nutricional. Pode surgir em crianças, adultos e, em alguns casos, durante a gravidez, com variações entre indivíduos.
Causas e fatores associados
As causas são diversas e incluem aspectos físicos, emocionais e neurológicos. Entre as condições comumente associadas estão anemia por deficiência de ferro, falta de zinco, ansiedade, depressão, transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, gravidez e desnutrição.
Objetos ingeridos e riscos à saúde
A manifestação varia conforme a pessoa. Exemplos comuns incluem papel, terra, gelo, giz, cabelo, sabão, cinzas, tinta e argila. Alguns materiais podem provocar intoxicação, obstrução intestinal, infecções ou lesões no sistema digestivo.
Diagnóstico e consequências
O diagnóstico envolve avaliação clínica e histórico de hábitos alimentares, com exames de sangue, ferro e vitaminas, além de radiografias ou tomografias em casos específicos. Identificar deficiências nutricionais ajuda a prevenir complicações.
Tratamento e manejo
As abordagens incluem terapia comportamental, acompanhamento psicológico e correção de deficiências nutricionais. Mudanças alimentares e estratégias para reduzir a compulsão também são utilizadas, quando necessário.
Quando buscar ajuda
Avaliação profissional é indicada diante de ingestões frequentes de substâncias não alimentares, especialmente se houver risco à saúde física ou emocional. O diagnóstico precoce aumenta as chances de evitar complicações.
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