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Cidadãos do Império Romano há dois mil anos carregavam objetos nos bolsos

Estatueta de bronze, falo de três cm, tem 1,8 mil anos e foi achada em Cumbria, ligando o sítio romano a um antigo spa da região

Imagens | Museu MET, Wikipédia e Carole Radatto (Flickr)
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  • Arqueólogos encontraram uma estatueta de falo em bronze de cerca de 3 cm, datada em aproximadamente 1,8 mil anos, no sítio romano em Cumbria, no noroeste da Inglaterra.
  • O objeto foi descoberto durante investigação de vestígios romanos na área que hoje abriga o Carlisle Cricket Club, nos arredores de Carlisle.
  • A peça faz parte de um conjunto de achados que inclui cerâmicas, pilares e cabeças de pedra, entre outros vestígios do passado romano.
  • A revelação ocorreu há poucas semanas, quando o fotógrafo Pete Savin publicou a estatueta no X (antigo Twitter).
  • A notícia chama a atenção pelo tempo de preservação e pelo detalhamento anatômico do falo, atribuído aos artesãos romanos da época.

Um falo de bronze, com cerca de três centímetros, foi desenterrado por arqueólogos em um sítio romano em Cumbria, no noroeste da Inglaterra. A peça, bem preservada, recebe pela primeira vez a atenção de pesquisadores por sua moldura anatômica detalhada, datando de cerca de 1,8 mil anos.

A descoberta ocorreu durante investigações no terreno do Carlisle Cricket Club, conjunto de atividades para entusiastas de críquete nos arredores de Carlisle. O local abriga, no passado, um complexo termal romano às margens do Rio Eden, hoje espaço de estudos históricos.

Segundo os arqueólogos, o artefato é uma estatueta representando a genitália masculina, moldada em bronze. A peça mede aproximadamente 3 cm e conserva detalhes que ajudam a entender práticas e símbolos da época romana na região.

A revelação foi publicada há algumas semanas por meio de fotógrafo envolvido na expedição, Pete Savin, em plataforma de redes sociais. Técnicos indicam que o objeto oferece visão adicional sobre rituais, comércio ou vida cotidiana dos romanos na antiga Britannia.

Especialistas ressaltam que a preservação do bronze facilita análises futuras. Pesquisas complementares devem esclarecer o contexto de uso da peça e sua relação com outros artefatos encontrados no mesmo sítio.

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