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Cientista brasileiro defende desrobotização como futuro dos negócios

Cientista brasileiro defende desrobotização: IA assume o trabalho operacional e libera lideranças para empatia e estratégia no AI Summit 2026

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  • Cientista Celso Camilo defende a “desrobotização” como futuro dos negócios, com máquinas assumindo tarefas operacionais e humanas focando em empatia, estratégia e tomada de decisões complexas.
  • Trajetória dele inclui mestrado em sistemas multiagentes e passagem pela Carnegie Mellon, MBZUAI e participação na criação do SEIA na Universidade Federal de Goiás.
  • O SEIA, centro de IA da UFG, formou a primeira graduação em IA do Brasil e hoje emprega mais de 1.200 especialistas, atuando junto a mais de 60 empresas.
  • No AI Summit 2026, Camilo destaca que algoritmos podem ampliar a escala de dados e automação, liberando lideranças para atividades de alto valor humano.
  • O evento reúne pesquisadores, empresários e executivos para discutir como transformar o potencial da IA em decisões estratégicas, mantendo o foco nas pessoas.

No AI Summit 2026, Celso Camilo, pesquisador brasileiro pioneiro em IA, defende a ideia de desrobotização como futuro dos negócios. O evento ocorre em São Paulo no dia 2 de junho, promovido pela EXAME e pela Saint Paul Escola de Negócios. Camilo aponta que a tecnologia vai assumir o trabalho mecânico, liberando lideranças para atuar com empatia e estratégia.

A tese central sustenta que as máquinas passam a realizar tarefas operacionais em grande escala, enquanto o humano atua na parte de escasso, como tomada de decisão criativa, negociação complexa e pensamento crítico. A gestão de dados e rotinas burocráticas fica sob responsabilidade dos algoritmos.

Camilo traz experiência internacional, com passagem pela Carnegie Mellon e MBZUAI. Ele defende que o avanço da IA não desumaniza; pelo contrário, amplia a atuação humana em áreas que exigem contato, compreensão e estratégia.

A trajetória do pesquisador inclui a fundação do SEIA, Centro de Excelência em IA da Universidade Federal de Goiás, em 2019. O SEIA tornou-se referência na América Latina, com mais de 1.200 especialistas dedicados a soluções para grandes organizações.

Atualmente, o SEIA atua como ponte entre academia e mercado, mantendo diálogo com mais de 60 empresas nacionais e internacionais para aplicar IA na ponta do negócio. Camilo destaca a importância de conectar teoria e prática no ecossistema empresarial.

No AI Summit, Camilo reforça que o debate reúne diferentes atores para discutir como transformar o potencial técnico da IA em decisões estratégicas. O encontro reúne empresários, executivos e pesquisadores para enfrentar desafios de implementação.

O evento posiciona-se como espaço de integração entre teoria e aplicação, com foco na humanização da tecnologia. A programação valoriza casos reais e metodologias que viabilizam a IA no dia a dia das organizações, mantendo o foco nas pessoas.

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