- A Siemens Healthineers promoveu uma arena de debates sobre IA, dados e o futuro do diagnóstico por imagem na Jornada Paulista de Radiologia, em São Paulo, no início de maio.
- Participaram profissionais de instituições como HC-FMUSP, Hospital Albert Einstein, Hospital Santa Izabel e Rede Américas, entre outras.
- Os temas abrangeram padronização de protocolos de tomografia computadorizada com IA, imagem avançada no diagnóstico do câncer de mama, aplicações da ressonância magnética em cardiologia e ortopedia, e a contagem de fótons na radiologia.
- O presidente do Hospital das Clínicas de São Paulo, Dr. Giovanni Cerri, destacou que a radiologia é a área que mais absorveu IA e deve migrar, em dez anos, para uma radiologia baseada em dados.
- O evento também tratou da escalabilidade da tecnologia em redes hospitalares, governança na adoção de IA e o modelo de parceria com a indústria, com videocasts disponíveis entre maio e junho.
A Siemens Healthineers promoveu uma arena de debates sobre IA, dados e o futuro do diagnóstico por imagem durante a Jornada Paulista de Radiologia, em São Paulo, no início de maio. Profissionais de grandes instituições de saúde participaram, entre elas HC-FMUSP, Albert Einstein e Rede Américas. O objetivo foi discutir como a tecnologia pode ampliar o cuidado ao paciente.
A arena contou com palco, público e sistema de áudio, funcionando como espaço de troca entre médicos e especialistas. Ao longo dos quatro dias do evento, foram apresentadas propostas de padronização de protocolos em tomografia com suporte de IA, além de temas sobre imagem avançada, câncer de mama, ressonância magnética na cardiologia e ortopedia, e contagem de fótons na radiologia.
A iniciativa reuniu nomes de referência e serviu como vitrine para a estratégia da empresa de integrar tecnologia ao ecossistema de saúde. Rodrigo Lorenzo, head de diagnóstico por imagem da empresa na América Latina, destacou o objetivo de gerar impacto real no cuidado ao paciente por meio de parcerias.
IA, dados e o futuro do diagnóstico
Especialistas discutiram desafios práticos da incorporação tecnológica em redes hospitalares e as tendências para a próxima década. O presidente dos Conselhos do InRad e do InovaHC apontou que a radiologia é a especialidade que mais absorveu IA e que, em dez anos, deverá migrar para uma radiologia orientada por dados.
A médica oncologista do Hospital Santa Izabel ressaltou o papel da imagem no acompanhamento de tratamentos personalizados e mencionou a teranóstica, que une diagnóstico por imagem e terapêutica. O desafio destacado foi tornar essas tecnologias mais acessíveis à população.
O diretor de medicina diagnóstica do Hospital Israelita Albert Einstein enfatizou a necessidade de integrar a medicina diagnóstica a uma linha de cuidado, unindo pontos da cadeia de atendimento para melhorar segurança e qualidade, não apenas retorno financeiro.
Governança, escalabilidade e parceria com indústria
O representante da Rede Américas comentou os obstáculos para escalar tecnologia em redes hospitalares e a importância de governança clara para IA. O executivo citou o modelo de parceria com a indústria como estratégico, enfatizando que a relação vai além de equipamentos e serviços.
As conversas foram registradas em videocast e ficarão disponíveis entre maio e junho. A iniciativa sinaliza o posicionamento da Siemens Healthineers como parceira na discussão sobre os caminhos da radiologia no Brasil, com foco em impacto real para pacientes.
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