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Mãe revela sinal de câncer do filho que passou despercebido

Mãe relata diagnóstico de leucemia do filho de 2 anos após hematomas; início da quimioterapia e impacto emocional para a família

Rafael foi diagnosticado com leucemia — Foto: Arquivo Pessoal
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  • Bruna Reis, 26 anos, de Joinville (SC), contou que o filho Rafael foi diagnosticado com Leucemia Linfóide Aguda após notar hematomas e quedas durante brincadeiras. Rafael tem 2 anos e 5 meses.
  • O alerta ocorreu no dia 8 de janeiro, quando o menino caiu e passou a não andar direito, apresentando dores nas pernas, levando a família a buscar ajuda.
  • O diagnóstico foi confirmado após exames, e Rafael iniciou tratamento de quimioterapia, com previsão de cerca de dois anos de terapia.
  • Durante o tratamento, o garoto enfrentou náuseas, irritabilidade, várias transfusões de sangue e plaquetas, além de perda de apetite.
  • Bruna reforça a força do filho e a importância da fé para sustentar a família, mesmo diante de dias difíceis e da necessidade de cuidados contínuos devido à imunidade baixa durante a quimioterapia.

Bruna Reis, empreendedora digital de 26 anos, de Joinville (SC), levou o filho Rafael, 2 anos e 5 meses, a cuidados médicos após notar manchas roxas nas pernas. Ela inicialmente associou os hematomas a quedas durante as brincadeiras, mas o quadro evoluiu para uma condição mais grave.

No dia 8 de janeiro, Rafael caiu de repente e passou a andar com dificuldade. A mãe descreve que o menino reclamou de dores nas pernas, levando a um alerta médico. O diagnóstico definitivo chegou após uma série de exames, que indicaram leucemia.

A família iniciou uma jornada de exames intensos antes de confirmar o diagnóstico de Leucemia Linfóide Aguda (LLA). O processo, descrito como angustiante, envolveu duas semanas de incertezas, medos e orações, com a expectativa de iniciar tratamento adequado.

O hospital foi o palco da busca por respostas. Inicialmente, exames de raio-X não mostraram anormalidades, mas a avaliação clínica e novos testes esclareceram o quadro, revelando a necessidade de tratamento oncológico para Rafael.

Rafael continua em tratamento e está prestes a iniciar nova rodada de quimioterapia. A mãe relata impactos emocionais na família, com dias de medo, cansaço e lágrimas, além de efeitos colaterais como náuseas e irritabilidade intensa no bebê.

A alimentação tem sido um desafio. Rafael apresenta seletividade alimentar e redução do apetite, o que complica o cuidado diário. A imunidade fica naturalmente baixa durante o tratamento, elevando a vulnerabilidade a febres e infecções.

Apesar das dificuldades, a mãe observa sinais de resiliência. Rafael permanece sorrindo e mantendo atividades simples, interagindo com profissionais de saúde e enfermeiras, o que emociona a família e reforça a esperança de recuperação.

A história de Rafael vem acompanhada de um convite à conscientização sobre a leucemia infantil. A doença afeta células sanguíneas e medula óssea, sendo a LLA um dos tipos mais agressivos em crianças. O tratamento é longo, com o protocolo de quimioterapia que pode durar até dois anos, e exige constantes internações ou visitas hospitalares.

O que é a leucemia? Trata-se de um conjunto de cânceres que atingem células sanguíneas e a medula óssea, com variações como a Leucemia Linfóide Aguda, que compromete glóbulos brancos e a defesa do organismo.

Quais são os sinais? Dor nos ossos, cansaço extremo, tontura, palidez, febre, infecções de repetição, hematomas, sangramentos, inchaço abdominal, entre outros sintomas.

Como é feito o diagnóstico? O diagnóstico envolve exames de sangue e de medula óssea, incluindo hemograma e mielograma, para confirmar a presença de alterações.

Como é o tratamento? Em crianças, a quimioterapia é a principal estratégia, administrada por vias oral, intravenosa, intramuscular ou intratecal, com um caminho que normalmente envolve internações e visitas frequentes ao hospital.

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