- Pint of Science reúne pesquisadores, estudantes e curiosos em bares de Brasília, em edição que ocorre em 213 cidades e 27 países simultaneamente, iniciando em 18/5.
- Em Brasília, as atividades acontecem no Bu.té.quim (Asa Sul), Cambuí Bar (Asa Norte), Vila Madalena, Aquilombar (Asa Norte e SESI Lab com exposição sobre biodiversidade.
- Um dos convidados foi o químico Felipe Wouters, da Embrapa Agroenergia, apresentando o tema “Batalha ecológica: plantas versus insetos” e destacando a importância de aproximar a ciência do público.
- O coordenador nacional Eduardo Bessa explicou que o diferencial é o contato direto entre cientistas e público, em ambiente informal de bar, com entrada gratuita.
- A programação segue até quarta-feira (20/5) com várias atividades em diferentes locais de Brasília.
A ciência ganhou mesas de bar nesta segunda-feira, 18/5, durante a edição do Pint of Science em Brasília. Pesquisadores, estudantes e curiosos ocuparam espaços informais para debater temas científicos de forma acessível, sem a necessidade de ambiente universitário.
A iniciativa leva a ciência para locais como bares, facilitando o diálogo direto entre quem produz conhecimento e quem quer entender melhor o tema. O evento ocorre simultaneamente em 213 cidades e 27 países, incluindo a capital federal, com atividades em vários bares e também com uma exposição sobre biodiversidade no SESI Lab.
O objetivo é aproximar a produção científica do público, eliminando barreiras e intermediários. Organizador explica que a proposta prioriza a comunicação clara e envolve gratuidades, o que aumenta o alcance e o interesse pela ciência entre a população.
Programação de Brasília
Em Brasília, as atividades ocorrem no Bu.té.quim, na Asa Sul; Cambuí Bar, na Asa Norte; Aquilombar, também na Asa Norte; e Vila Madalena, com apoio de espaços culturais da região. Além disso, há uma exposição sobre biodiversidade no SESI Lab, integrando ciência e espaço público.
Entre os convidados, o químico e analista da Embrapa Agroenergia, Felipe Wouters, apresentou o tema Batalha ecológica: plantas versus insetos. O pesquisador destacou a importância de aproximar ciência das pessoas e comentou que o tema resulta de oito anos de estudo.
Wouters reforçou que o evento oferece uma oportunidade de os pesquisadores se colocarem em posição de público leigo para debater, aprender e também observar a partir de diferentes perspectivas. O objetivo é fomentar curiosidade e conversas sobre ciência no dia a dia.
O coordenador nacional do Pint of Science, Eduardo Bessa, sinalizou que o diferencial está no contato direto entre cientistas e público, sem intermediários. Atração do formato é a possibilidade de esclarecer dúvidas em um ambiente descontraído, com entrada gratuita.
A organização destaca ainda que a comunicação clara é essencial para o sucesso do festival, que nasceu na Inglaterra em 2013 e se espalhou pelo mundo com a ideia de discutir ciência fora de universidades. A experiência valoriza participação pública e aprendizado colaborativo.
Programação detalhada de Brasília segue com outras atividades nos próximos dias. A agenda inclui temas sobre neurodivergências, uso urbano de resíduos, avaliação de realidade e impactos da inteligência artificial na educação e no mercado, com sessões distribuídas entre Vila Madalena, Bu.té.quim, Cambuí Bar e Aquilombar.
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