- OMS realizou reunião de emergência para discutir o uso de vacinas experimentais contra o surto de ebola no Congo.
- Já são 131 mortes e este é o 17º surto no país; não existe vacina para a cepa atual.
- Especialistas avaliam candidatas de imunização, ainda em estudo, para acelerar o desenvolvimento de vacinas.
- Fronteiras de países vizinhos foram fechadas e há restrições de entrada para a região, com um missionário americano transportado para a Alemanha em avião-ambulância.
- Itália acompanha a situação e informou que não há casos de ebola no país.
A Organização Mundial da Saúde realizou nesta terça-feira uma reunião de emergência para discutir o uso de vacinas experimentais contra o surto de ebola na República Democrática do Congo. Até o momento, o país registra 131 mortes.
O encontro virtual contou com autoridades da OMS e especialistas em preparação para epidemias. A discussão envolve a possibilidade de aplicar imunizantes na cepa já identificada, ainda sem vacina aprovada.
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, informou preocupação com a escala e a velocidade do contágio. A atenção se volta ao fluxo de pessoas na região, que facilita a transmissão.
Na região, impactos humanitários e econômicos são imediatos. Países vizinhos fecharam fronteiras e medidas de vigilância foram ampliadas para evitar a propagação transfronteiriça.
Desdobramentos internacionais incluem restrições de entrada nos EUA para viajantes da região e envio de um missionário contaminado para tratamento na Alemanha, em ambiente de isolamento.
Reação global e próximos passos
A OMS sinalizou que haverá aceleração no desenvolvimento de vacinas em estudo, a fim de ampliar as opções de resposta ao surto. Mantêm-se atualizações constantes sobre o andamento das pesquisas.
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