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Conheça alguns dos animais mais lentos do planeta

Da tartaruga ao caracol, explore como a lentidão se relaciona com habitat, alimentação e risco de extinção entre espécies terrestres e aquáticas

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Tartaruga: anda a 0,040 km/h, o casco oferece proteção contra predadores, e a espécie pode viver até 150 anos; é onívora.

Bicho-preguiça: velocidade média de 0,20 km/h; tem seis espécies, dorme cerca de 14 horas por dia e está ameaçado de extinção.

Peixe-boi: atinge velocidade máxima de 5 km/h; tem até 4 metros de comprimento, pode pesar 800 quilos e costuma ser solitário; corre risco de extinção.

Cavalo-marinho: nadam verticalmente e chegam a 0,09 km/h; podem medir até 30 cm e pesar até 100 gramas; nos cavalos-marinho, são os machos que carregam os filhotes.

Estrela-do-mar: velocidade de 0,09 km/h; equinodermo marinho com cinco braços, carnívoro que também consome algas e matéria orgânica; depende de correntes oceânicas para se locomover.

O tema dos animais mais lentos do planeta reúne espécies de diferentes grupos, todas com velocidades médias extremamente baixas. A partir de observações científicas, encontram-se exemplos tanto na terra quanto na água, com variação de habitats e hábitos de vida.

Entre os terrestres, a tartaruga é referência pela combinação de lentidão com casco protetor. Move-se a cerca de 0,040 km/h e pode viver até 150 anos, alimentando-se de maneira onívora.

Outro exemplo terrestre é o bicho-preguiça, que tem velocidade média de 0,20 km/h. Possui hábitos alimentares restritos, dorme por longos períodos e enfrenta cenário de ameaça de extinção.

Animais marinhos e aquáticos

No ambiente aquático, o peixe-boi, também chamado de vaca marinha, atinge até 5 km/h. Existem quatro espécies, e o animal pode medir até 4 metros e pesar até 800 kg, com risco de extinção segundo biólogos.

O cavalo-marinho apresenta movimento lento pela estrutura corporal, nadando verticalmente a 0,09 km/h. Pode chegar a 30 cm e pesar até 100 g, com o macho carregando a cria durante a gestação.

Osteris de nomes variados aparecem entre os lentos dos mares: a estrela-do-mar, por exemplo, mede até 0,09 km/h e é carnívora, ainda que consuma algas em algumas situações.

Entre os invertebrados marinhos, o coral forma recifes e, apesar de parecer imóvel, migra lentamente com correntes. Famílias de cnidários compõem um terço da diversidade marinha.

Outros exemplos notáveis

O caracol de jardim destaca-se entre os terrestres por mover-se a 0,050 km/h. São mais de 20 mil espécies descritas, costumam ser herbívoros e podem ser criados em cativeiro.

O lóris, conhecido como macaco lento, é o único primata venenoso. Consegue até 2 km/h, mas envolve risco pelo veneno presente na saliva e nas patas. Habita áreas do subcontinente indiano ao Sudeste Asiático.

A galinhola americana vive nos bosques da América do Norte, sendo a ave mais lenta do mundo ao voar entre 5 e 8 km/h. Prefere o solo, migra à noite e utiliza um bico longo para capturar minhocas.

O conjunto desses exemplos mostra como a velocidade não determina a importância ecológica. Diversos desses animais ocupam nichos específicos e mantêm funções ecológicas essenciais.

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