- O IBGE informou que 3,40% das mortes em 2024 não foram registradas oficialmente, o menor nível da série histórica iniciada em 2015.
- Na prática, Norte atingiu 11,36% de mortes não registradas, e Nordeste, 7,84%.
- Centro-Oeste registrou 2,25%, Sul 0,91% e Sudeste 0,76%.
- Em óbitos infantis, o sub-registro foi de 10,80%, com Norte em 26,55% e Nordeste em 17,58%.
- O sub-registro ocorre quando o óbito não é registrado no cartório dentro do prazo, enquanto sub-notificação é a comunicação ao Ministério da Saúde.
O IBGE informou, nesta quarta-feira (20/5), a estimativa de sub-registros de nascimentos e óbitos em 2024. O país registrou 3,40% de sub-registros de mortes, o menor nível da série histórica iniciada em 2015. A sub-notificação ficou em 1%.
O sub-registro ocorre quando o óbito não é registrado em cartório dentro do prazo legal. A sub-notificação diz respeito à comunicação ao Ministério da Saúde. A divulgação reforça a necessidade de registro adequado para dados demográficos.
A partir de dados regionais, a Nordeste e o Norte apresentaram as maiores taxas de sub-registro de mortes em 2024. Esse quadro contrasta com as regiões Sul e Sudeste, com quedas relevantes nessas métricas.
Regiões com maior sub-registro
No Norte, 11,36% das mortes não foram registradas. O Nordeste registrou 7,84% de sub-registros, superando a média nacional. O Centro-Oeste teve 2,25%, o Sul 0,91% e o Sudeste 0,76%.
Óbitos infantis e registro
Entre óbitos infantis, a taxa de sub-registro é de 10,80%. Norte responde por 26,55% e Nordeste por 17,58% dessas ocorrências, seguidas por Centro-Oeste (5,86%), Sul (2,96%) e Sudeste (2,67%).
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