- Em 2024, o sub-registro de nascidos vivos ficou em 0,95% do total, menor da série histórica iniciada em 2015 e pela primeira vez abaixo de 1%.
- Regiões Norte e Nordeste tiveram os maiores percentuais, com destaques para Roraima (13,86%), Amapá (5,84%), Amazonas (4,40%), Piauí (3,98%) e Sergipe (3,10%).
- As menores taxas ficaram em Paraná (0,12%), Distrito Federal (0,13%), São Paulo (0,15%), Rio Grande do Sul (0,21%) e Minas Gerais (0,23%).
- Em 2015, estimava-se que 3,94% dos nascimentos ocorridos em hospitais não foram registrados em cartório; em 2024, esse percentual caiu para 0,83%.
- O sub-registro de óbitos em 2024 foi de 3,40%, com maiores percentuais no Maranhão (24,48%), Amapá (17,47%), Piauí (16,15%), Pará (16,10%) e Roraima (10,91%), e maiores taxas entre menores de idade, com 10,80% para menores de 1 ano.
Em 2024, o sub-registro de nascidos vivos ficou em 0,95% dos nascimentos, menor índice da série histórica iniciada em 2015 e abaixo de 1% pela primeira vez. Região Norte e Nordeste tiveram os maiores percentuais, com Roraima em 13,86% e o Amapá em 5,84%.
Também houve queda no sub-registro de registros em cartório: 0,83% dos nascimentos estimados não foram registrados em 2024, ante 3,94% em 2015. Entre as mães, as menores idades apresentaram maior sub-registro.
O sub-registro de óbitos estimado no país foi de 3,40% em 2024. Maranhão, Amapá, Piauí, Pará e Roraima tiveram as maiores taxas; Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e São Paulo registraram os menores percentuais.
Dados nacionais de nascimentos
Nascimentos de mães com menos de 15 anos apresentaram o maior sub-registro (6,10%). A participação cai conforme aumenta a idade, chegando a 0,63% entre mães de 35 a 39 anos.
Entre as regiões, a Região Norte teve o maior sub-registro de mortalidade infantil, com 26,55%, seguida pela Nordeste, em 17,58%. Sudeste registrou 2,67%, Sul 2,96% e Centro-Oeste 5,86%.
Dados de óbitos e mortalidade infantil
As menores taxas de sub-registro de óbitos ocorreram em hospitais (2,85%) e em outras unidades de saúde sem internação (2,55%). Sub-registros por faixa etária indicam maior ocorrência entre menores de 1 ano (10,80%) e entre 1 a 4 anos (7,74%).
Metodologia
As estimativas combinam dados do IBGE (Estatísticas do Registro Civil) com o Sinasc e o SIM do Ministério da Saúde. A publicação traz séries históricas desde 2015, com desagregação por uf e município, para monitorar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
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