- O Instituto Biológico ampliou a produção nacional de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina.
- Com apoio da Fundepag, já foram produzidos cerca de 30 milhões de testes desde 2021.
- Os imunobiológicos atendem ao Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) e são distribuídos a empresas fornecedoras.
- As empresas repassam os testes para médicos-veterinários credenciados em diferentes regiões do país para monitoramento sanitário dos rebanhos.
- A tecnologia utiliza proteínas purificadas produzidas a partir de bactérias, aumentando a precisão, rastreabilidade e confiabilidade dos diagnósticos.
O Laboratory de Inovação em Imunobiológicos do Instituto Biológico ampliou a produção de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina. Com apoio da Fundepag, já foram produzidos cerca de 30 milhões de testes desde 2021 para monitoramento sanitário de rebanhos.
Os imunobiológicos atendem ao Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT), coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Os testes são distribuídos a empresas fornecedoras que comercializam aos médicos-veterinários credenciados.
Ricardo Spacagna Jordão, responsável técnico do laboratório, afirma que a produção utiliza novas tecnologias para maior pureza, rastreabilidade e confiabilidade dos resultados, por meio de proteínas purificadas produzidas a partir de bactérias.
Tecnologias e impactos
Os kits permitem identificar animais que tiveram contato com agentes infecciosos sem riscos sanitários, fortalecendo o monitoramento de rebanhos em diferentes regiões do país. A iniciativa busca ampliar a precisão diagnóstica e reduzir a disseminação das doenças.
Distribuição e alcance
A produção nacional reforça o controle sanitário e sustenta a cadeia de carne e leite. Os testes são usados pelo setor público e por empresas privadas parceiras para manter o diagnóstico e a vigilância sanitária atualizados.
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