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Webb estuda aglomerados de estrelas

Observação do telescópio Webb em M51 mostra que aglomerados estelares mais massivos emergem mais rápido das nuvens de nascimento, ajudando a entender evolução galáctica e formação de planetas

A large, long portion of one of the spiral arms in galaxy M51. Red-orange, clumpy filaments of gas and dust that stretch in a chain from left to right comprise the arm. Shining cyan bubbles light up parts of the gas clouds from within, and gaps expose bright star clusters in these bubbles as glowing white dots. The whole image is dotted with small stars. A faint blue glow around the arm colors the otherwise dark background.
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  • Em 6 de maio de 2026, foi divulgida uma imagem no infravermelho próximo de uma seção de um dos braços espirais de Messier 51 (M51).
  • O Webb participa de um estudo que observou quase nove mil aglomerados estelares em quatro galáxias próximas.
  • Os dados indicam que aglomerados mais massivos emergem mais rapidamente das nuvens de nascimento.
  • Entender a formação de estrelas ajuda a compreender a evolução de galáxias, a dinâmica interna e onde se formam planetas.
  • O estudo envolve várias equipes e utiliza imagens e dados do telescópio espacial James Webb.

A imagem em infravermelho próximo foi divulgada em 6 de maio de 2026 e mostra uma parte de uma das braços espirais da galáxia Messier 51, conhecida como M51. A divulgação integra um estudo da Nasa com o telescópio espacial James Webb sobre milhares de aglomerados estelares.

O estudo envolve observações de quatro galáxias próximas, incluindo M51, e analisa quase 9 mil aglomerados estelares. Os dados indicam que aglomerados mais massivos tendem a se destacar mais rapidamente das nuvens de que nascem.

Segundo os pesquisadores, entender a formação de estrelas ajuda a compreender a evolução galáctica, a dinâmica interna das galáxias e os processos de formação de planetas. A análise busca esclarecer como o ambiente influencia o nascimento das estrelas.

A divulgação envolve a agência espacial europeia (ESA), a Nasa e a equipe FEAST do Webb, com participação de astrônomos de instituições como a Escola de Stockholm. A imagem creditada mostra o trabalho conjunto de várias equipes.

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