- Na China, o ART (Trânsito Rápido Ferroviário Autônomo) funciona como um ônibus articulado feito para parecer um bonde, sem trilhos e sem fio aéreo, com intervenção humana quando necessário.
- A CRRC apresentou o primeiro protótipo em Zhuzhou em junho de dois mil e dezessete; a primeira linha comercial entrou em operação em maio de dois mil e dezoito, com treze quilômetros de extensão, e hoje há nove linhas em cinco cidades.
- Yibin, no Sichuan, foi a segunda cidade a adotar o sistema em dois mil e dezenove, com uma linha de dezessete vírgula sete quilômetros; Xi’an, Yancheng e Yongxiu também operam o ART, em demonstração ou comercialmente.
- O ART usa um “trilho virtual”: marcações no asfalto lidas por câmeras, sensores LIDAR e GPS, sem necessidade de trilhos físicos.
- O veículo pode ter três ou cinco vagões, mede cerca de trinta metros, transporta até trezentas pessoas (três vagões) ou quinhentas (cinco vagões) e chega a quarenta e tantas velocidades máximas, com referência à cifra de setenta.
O ART, Trânsito Rápido Ferroviário Autônomo, é uma tecnologia desenvolvida pela China que permite operar bondes sem trilhos e sem fios aéreos, com intervenção humana mínima. A iniciativa é liderada pela CRRC, fabricante chinesa de equipamentos ferroviários.
O piloto surgiu em Zhuzhou, na China, com o primeiro protótipo apresentado em junho de 2017. A linha comercial começou a operar na mesma cidade em maio de 2018, com 3,2 quilômetros de extensão. Hoje, o sistema já conta com nove linhas em cinco cidades.
Como funciona? O ART imita a forma de um bonde, mas usa um “trilho virtual” de marcações no asfalto, lidas por câmeras e sensores LIDAR. Um sistema de GPS complementa a navegação e facilita a condução em vias urbanas.
Expansão e casos de uso
Em Yibin, Sichuan, a adesão ocorreu em 2019 com uma linha de 17,7 quilômetros. Foram seguidas Xi’an, Yancheng e Yongxiu, onde o ART opera tanto como demonstração quanto como serviço comercial, em diferentes estágios de implementação.
O veículo pode ter até cinco vagões, atingindo cerca de 30 metros de comprimento e capacidade para até 500 passageiros. A velocidade máxima fica em torno de 70 km/h, segundo informações da fabricante, que destaca a economia de infraestrutura em comparação aos sistemas tradicionais.
Contexto tecnológico
A proposta do ART envolve reduzir custos com trilhos, catenária e manutenção. A leitura de marcações no asfalto, aliada a sensores e GPS, permite a circulação sem depender de infraestrutura física rígida. A China utiliza o sistema há mais de uma década em diferentes cidades.
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