- English Heritage apresenta a Kusuma Neolithic Hall, reconstrução de um possível salão neolítico de 4.500 anos, perto de Stonehenge, com sete metros de altura.
- A construção, orçada em £ 1 milhão, está em estágio final próximo ao centro de visitantes, no planalto de Salisbury, e será aberta ao público neste verão.
- O totem foi erguido inteiramente à mão por mais de 100 voluntários ao longo de nove meses, e depois deverá virar espaço de aprendizado imersivo para escolas.
- A edificação baseia-se no vestígio arqueológico de Durrington 68, uma “quadratura no círculo” descoberta perto de Woodhenge, a duas milhas de Stonehenge.
- A meta é ampliar a oferta educativa da instituição, com um centro de aprendizagem e laboratórios previstos para abrir até o fim de 2026, atendendo até quase 100 mil estudantes por ano.
A English Heritage revelou uma reconstrução de 7 metros de altura de uma hall Neolítica de 4500 anos nas proximidades de Stonehenge, oferecendo aos visitantes uma imersão na vida dos construtores do círculo de pedras. O projeto, no valor de £1 milhão, está na fase final de construção perto do centro de visitantes de Stonehenge, na Salisbury Plain.
A obra foi erguida inteiramente à mão em nove meses por uma equipe de mais de 100 voluntários. A Kusuma Neolithic Hall baseia-se na pegada arqueológica de Durrington 68, um provável “quadrado no círculo” descoberto a apenas dois milhas do Woodhenge. A finalidade original permanece incerta devido ao desgaste das estruturas.
A construção está quase completa e abrirá ao público neste verão, antes de se tornar um espaço de aprendizado imersivo para escolas. O projeto integra uma expansão educativa da English Heritage, que prevê um centro de aprendizagem com o Clore Discovery Lab e Weston Learning Studio até o fim de 2026.
Contexto arqueológico e educativo
O local indica evidências de atividades de inverno, festas ou armazenamento comunitário, com vestígios de ossos de animais e cerâmica grooved ware nas proximidades. Pesquisadores, como o arquiteto experimental Luke Winter, destacam o uso de ferramentas de pedra para reproduzir aspectos da construção, com verificação científica constante.
A meta educativa é ampliar a capacidade de atendimento a quase 100 mil estudantes anualmente, com acesso gratuito a grupos educacionais e de jovens. O espaço permitirá atividades práticas, como cozinhar queijo pré-histórico e fabricar potes de barro, proporcionando aprendizado baseado na prática.
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