- Ao encerrar o expediente, a ansiedade pode levar a caminhar para a cozinha quase que automaticamente, com desejo por alimentos como doces ou sorvete.
- Comer funciona como regulação emocional: a relação com a comida vai além da necessidade calórica e, historicamente, ajudou a lidar com emoções.
- A fome associada ao estresse difere da fome fisiológica: o estresse pode gerar fome emocional, que surge repentinamente e com desejos específicos por açúcar, gordura ou carboidratos simples.
- Em situações de ameaça, o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal é ativado, o que favorece esse tipo de desejo durante momentos de estresse.
- Em emoções muito negativas, como tristeza profunda ou luto, o apetite pode diminuír, em contraste com o que ocorre em alguns quadros de estresse agudo.
O cérebro pode pedir açúcar como resposta ao estresse e à ansiedade, não apenas por gula. Ao encerrar o expediente e fechar o computador, a ansiedade pode disparar desejos por alimentos imediatos, como pizza, doces ou sorvete, segundo a reportagem analisada. A explicação envolve neurobiologia.
A relação entre comida e emoção vai além da necessidade energética. Historicamente, a alimentação também funciona como ferramenta de regulação emocional. Em situações de estresse, o organismo pode buscar conforto alimentar, ainda que isso nem sempre funcione.
Por que isso ocorre
Quando o assunto é comer por estresse, distingue-se da fome fisiológica. A fome emocional surge de forma súbita, com desejo específico por ingredientes açucarados, gordurosos ou carboidratos simples. Esse padrão envolve o eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal.
Efeito do estresse na regulação do apetite
Em situações de estresse agudo, o corpo ativa mecanismos hormonais que influenciam o apetite. Em contrapartida, estados de tristeza profunda ou luto costumam reduzir o apetite. O impacto varia conforme o tipo de emoção experimentada e o histórico individual.
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