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Atualização da lista de peixes e invertebrados ameaçados de extinção

Atualização da lista de espécies ameaçadas adiciona 100 novas espécies; pargo passa de vulnerável a criticamente? (EN) – intensifica proteção e manejo conjunto.

A nova lista, atualizada em 28 de abril de 2026, substitui a versão de 2014. Foi revisada a partir de critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (Iucn, na sigla em inglês), adotados para a avaliação do tamanho das populações, distribuição geográfica, condições de conservação dos habitats e pressões como captura e poluição.
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  • A lista de peixes e invertebrados ameaçados foi atualizada em 28 de abril de 2026, substituindo a versão de 2014.
  • A revisão seguiu critérios da União Internacional para Conservação da Natureza (Iucn) para avaliar tamanho das populações, distribuição, conservação de habitats e pressões como captura e poluição.
  • A atualização resultou de análise técnica com participação de governos, academia, sociedade civil e setor econômico, segundo o ministro João Paulo Capobianco.
  • Além da lista, o Ministério do Meio Ambiente publicou regras para proteção das espécies classificadas, incluindo a proibição de captura, transporte, comercialização e armazenamento, além de diretrizes para planos de recuperação.
  • O pargo Lutjanus purpureus passou de vulnerável (VU) para Endangered (EN), tendo medidas de proteção e manejo intensificadas para reduzir pressões da sobrepesca, com gestão compartilhada entre ministérios.

A lista de peixes e invertebrados ameaçados de extinção foi atualizada em 28 de abril de 2026, substituindo a versão de 2014. A revisão utilizou critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) para avaliar populações, distribuição, habitats e pressões como captura e poluição. O objetivo é fundamentar ações para a recuperação de espécies sob maior risco.

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima aponta que a atualização resulta de um esforço técnico conjunto entre governos, academia, sociedade civil e setor econômico. O objetivo é mobilizar ações para reduzir pressões sobre populações e promover sua recuperação.

Além da nova lista, o governo publicou regras e diretrizes para proteção das espécies classificadas e para a elaboração de planos de recuperação. As medidas incluem suspensão de captura, transporte, comércio e armazenamento, quando aplicável, e orientações para planos de manejo.

PARGO: reclassificação e próximas etapas

De acordo com o MFA, alguns planos de recuperação já estão sendo revisados para espécies reclassificadas, como o pargo Lutjanus purpureus. A espécie passou de Vulnerável (VU) para Em Perigo (EN) na lista.

Com o novo enquadramento, o pargo terá proteção e manejo mais rigorosos para reduzir a pressão da sobrepesca, especialmente de indivíduos jovens. A gestão será realizada em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura.

A Administração destaca que a sustentabilidade da pesca depende de equilíbrio entre proteção da espécie, base científica e continuidade da atividade econômica. O pargo tem importância econômica relevante, mas requer responsabilidade presente para assegurar o futuro da cadeia.

Este texto foi adaptado a partir de publicação da Agência Brasil, em 28 de abril de 2026, com crédito à fonte.

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