Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Menina de 11 anos morre 15 dias após sintomas de tumor cerebral raro

Mãe de menina de 11 anos que morreu 15 dias após os primeiros sinais de glioma difuso da linha média cobra mais investimentos em pesquisa e conscientização sobre tumores cerebrais infantis

A mãe Amanda e sua filha, Alicia-Adele — Foto: Reprodução/redes sociais
0:00
Carregando...
0:00
  • Alicia, 11 anos, morreu no dia 25 de abril, 15 dias após os primeiros sintomas de DIPG, um glioma difuso da linha média inoperável e sem cura.
  • Os sinais começaram em 10 de abril, com dormência no braço que evoluiu para o rosto e a perna; o diagnóstico foi confirmado dois dias depois.
  • O DIPG costuma ter expectativa de vida média entre oito e doze meses; no caso da menina, o desfecho ocorreu em menos tempo.
  • O caso reforça que tumores cerebrais são a principal causa de morte por câncer entre crianças e jovens adultos com menos de 40 anos no Reino Unido.
  • A mãe, Amanda, criou o grupo Alicia-Adele’s Angels para arrecadar fundos à pesquisa e conscientização; em maio houve uma corrida com participação de 74 pessoas.

Alicia-Adele, uma menina britânica de 11 anos, faleceu 15 dias após surgirem os primeiros sinais de um tumor cerebral agressivo, o glioma difuso da linha média (DIPG). O caso ressalta que tumores cerebrais são a principal causa de morte por câncer em pessoas com menos de 40 anos no Reino Unido, segundo fontes médicas locais.

Tudo começou no dia 10 de abril de 2025, quando Alicia acordou com o braço dormente. A dormência avançou para o rosto e a perna, levando-a ao hospital após orientação médica inicial que sugeria um possível AVC. Dois dias depois, exames indicaram DIPG, com expectativa de vida média entre oito e 12 meses; no caso dela, o desfecho foi em 25 de abril, 13 dias após o diagnóstico.

Amanda, mãe da menina, describing a experiência como o pior momento da vida, relatou ao The Mirror que nunca havia ouvido falar desse tipo de tumor e que o tratamento permanece sem avanços significativos há décadas. Alicia era descrita pela família como uma criança ativa, talentosa e extremamente empática, envolvida em dança, ginástica, natação e esportes coletivos.

Mobilização e memória

Pouco tempo após a perda, a mãe criou o grupo Alicia-Adele’s Angels, para arrecadar recursos destinados à pesquisa sobre tumores cerebrais. A iniciativa busca transformar o luto em ação e manter viva a memória da filha, segundo relatos da organização.

Em maio, uma corrida em homenagem reuniu 74 pessoas, incluindo familiares, amigos e profissionais de saúde que acompanharam os últimos dias da menina. A realização visa ampliar a conscientização e angariar fundos para estudos sobre DIPG e tumores infantis.

Especialistas destacam que casos como o de Alicia evidenciam a necessidade de mais investimentos em pesquisa. A Brain Tumour Research aponta que cerca de 13 mil diagnósticos anuais de tumores cerebrais ocorrem no Reino Unido, com financiamento ainda insuficiente para a área.

A diretora de pesquisa da Brain Tumour Research ressaltou a relevância de ampliar o apoio à pesquisa, sinalizando que a história de Alicia serve como alerta para famílias e profissionais de saúde. A mãe afirma que pretende manter a memória da filha viva e contribuir para que futuras crianças tenham perspectivas melhores.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais