- Lançamento da missão Shenzhou-23 neste domingo, 24 de maio de 2026, rumo à estação espacial Tiangong, às 23h08 no horário de Pequim (12h08 em Brasília).
- É a sétima missão tripulada da China, com três astronautas: Zhu Yangzhu, Zhang Zhiyuan e Li Jiaying, para revezar a equipe da Shenzhou-21, que está em órbita há 204 dias.
- Durante a estadia, serão desenvolvidos mais de 100 projetos científicos por meio dos sistemas da Tiangong.
- Entre os experimentos estão pesquisas com embriões de peixe-zebra e camundongos, além de estudos de física de fluidos e novas tecnologias de energia.
- A missão faz parte da corrida espacial entre China e Estados Unidos; a China busca ampliar sua posição, inclusive solicitando o registro de mais de 200.000 satélites junto à ITU.
Ao vivo: China lança foguete com 3 astronautas rumo à estação Tiangong. A missão Shenzhou-23 decola neste domingo, 24 de maio de 2026, às 23h08 no horário de Pequim (12h08 em Brasília). Três tripulantes integram a equipe que levará o revezamento da estação orbital.
A tripulação é chefiada por Zhu Yangzhu, com Zhang Zhiyuan e Li Jiaying a bordo. O objetivo é substituir a equipe da Shenzhou-21, que completa 204 dias em órbita. A missão também executa mais de 100 projetos científicos durante a estadia.
Durante a permanência, os astronautas devem realizar pesquisas com embriões de peixe-zebra e camundongos, além de experimentos em física de fluidos e novas tecnologias de energia. A experiência busca avaliar a adaptação humana para voos de longa duração.
Corrida Espacial
A tendência mundial em órbita terrestre baixa envolve China e Estados Unidos, com foco na expansão de constelações de satélites. Os EUA mantêm vantagem em lançamentos, mas a China acelera o ritmo para encurtar décadas em anos.
Em 2025, a China realizou 93 lançamentos; a previsão para 2026 é superar 100 operações. Atualmente, a SpaceX lidera com cerca de 9.400 equipamentos em órbita, enquanto a China tem aproximadamente 300.
Para ampliar seu parque orbital, Pequim solicitou o registro de mais de 200.000 satélites junto à ITU, buscando segurança de recursos orbital e frequências de rádio diante do crescimento de equipamentos no espaço.
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