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Gema de óxido de alumínio atinge dureza 9 na Mohs, símbolo do luxo

Safira atinge dureza nove na Mohs; cor azul resulta da presença de titânio e ferro, impulsionando uso tecnológico e joalheiro

Esqueça o vidro colorido, pois esta gema composta por óxido de alumínio atinge dureza 9 na escala Mohs, sendo o símbolo real do luxo mundial
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  • A safira é uma variedade de coríndon com dureza de nove na escala Mohs; sua cor azul profunda surge da presença de titânio e ferro durante a formação da pedra nas profundezas da crosta, sob alta pressão.
  • A elevada resistência a riscos faz da safira, inclusive na versão sintética, opção para vidro em relógios de luxo, lentes de câmeras e visores espaciais.
  • Dados técnicos: fórmula química Al₂O₃; densidade entre 3,95 e 4,03 g/cm³; índice de refração de 1,762 a 1,770; regiões de origem famosas incluem Caxemira, Mianmar, Sri Lanka e Madagascar.
  • Nem toda safira é azul: qualquer coríndon de qualidade gemológica que não seja rubi pode ser classificado como safira; existem safiras pink, amarelas, verdes e a rara Padparadscha.
  • A associação com a realeza veio do anel de noivado da princesa Diana, que hoje é usado por Kate Middleton, elevando a popularidade do design.

Na forma pura, o coríndon é incolor. A safira azul surge pela presença de titânio e ferro durante a formação nas profundezas da crosta, sob alta pressão. A proporção desses metais determina tonalidades que vão do azul-celeste ao azul-escuro. O CPRM estuda esse processo para entender metamorfismo terrestre.

A dureza 9 na escala Mohs torna a safira extremamente resistente a riscos. Por isso, além de joias, a gema é usada como vidro resistente a arranhões em relógios de luxo, lentes de câmeras e visores espaciais. Abaixo, dados rápidos sobre a pedra.

Dados técnicos

  • Dureza: 9 (Mohs); classificação superior a muitas gemas, inferior apenas ao diamante.
  • Composição: óxido de alumínio (Al2O3).
  • Densidade: 3,95 a 4,03 g/cm³; peso relativamente alto.
  • Índice de refração: 1,762 a 1,770; brilho intenso.
  • Principais regiões de origem: Caxemira, Mianmar, Sri Lanka e Madagascar.

Variedade de cores

Nem toda safira é azul; qualquer coríndon gemológico que não seja vermelho (rubí) é considerado safira. Existem safiras rosa, amarela, verde e a rara cor padparadscha, entre outras. A diferença vem de traços de metais na estrutura cristalina.

Os termos “safiras fancy” referem-se a cores variadas que ganham mercado na joalheria de alta gama, inclusive para noivados, oferecendo opções duráveis e elegantes. O processo de coloração varia conforme a origem e o tratamento aplicado.

Origem e valor

Entre as regiões famosas, destacam-se Caxemira e Mianmar, além de Sri Lanka e Madagascar. O valor de uma safira depende da saturação da cor, da clareza e do corte, bem como de tratamentos térmicos ou não. Pedras não tratadas valem mais em leilões.

A ligação histórica com a realeza britânica vem do anel de noivado de Diana, hoje usado por Kate Middleton. A safira central, rodeada de diamantes, tornou-se design icônico e impulsionou a demanda mundial.

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