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Há 2 mil anos, homem foge de erupção levando as ferramentas da própria profissão

Novo estudo com tomografias revela que uma vítima de Pompeia levou uma maleta médica ao tentar escapar do Vesúvio no Jardim dos Fugitivos

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  • Novo estudo com raios X e tomografias revelou objetos escondidos em um molde humano no Jardim dos Fugitivos, um ponto marcante das ruínas de Pompeia.
  • Pesquisadores apontam que uma maleta médica pode ter sido levada pela vítima na tentativa de fuga durante a erupção do Vesúvio.
  • A erupção do Vesúvio ocorreu em 79 d.C., data tradicionalmente associada a 24 de agosto, com debates sobre o mês exato.
  • O Jardim dos Fugitivos abriga restos de cerca de treze vítimas da erupção e foi estudado com o método desenvolvido pelo arqueólogo Giuseppe Fiorelli.
  • Pompeia continua revelando detalhes sobre os últimos instantes dos seus habitantes, mesmo após várias décadas de pesquisas.

Um estudo recente, que utilizou raio X e tomografia, aponta objetos ocultos em um molde humano no Jardim dos Fugitivos, um dos locais mais conhecidos das ruínas de Pompeia. A descoberta reacende o interesse sobre os últimos momentos da cidade, soterrada pela erupção do Vesúvio em 79 d.C.

O Jardim dos Fugitivos abriga restos de cerca de 13 vítimas da erupção. O método de Fiorelli permitiu registrar detalhes de figuras em posição de fuga, revelando impressões de objetos que permaneceram escondidos por séculos.

O achado e o método

Entre os itens identificados, pesquisadores apontam uma maleta médica levada por uma das vítimas ao tentar escapar. A análise combina imagens de raio X com tomografia, buscando entender o que era essencial no objeto e como ele pode indicar hábitos da época.

A cena histórica remete ao dia em que Pompeia foi coberta por cinzas, pedras e material piroclástico, mudando para sempre o que se sabe sobre a cidade romana.

As investigações sobre o Vesúvio continuam, com novas técnicas que ajudam a reconstruir os últimos instantes dos moradores.

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