- Pesquisa da USP desenvolveu uma metodologia de mapeamento urbano para visualizar problemas em cidades grandes, integrando literatura, dados e tecnologia.
- O projeto resultou em um mapa inédito de vulnerabilidade energética de São Paulo; a patente foi solicitada em 2018 e aprovada em janeiro deste ano.
- A abordagem combina três dimensões — teoria, técnica e método — com leitura de literatura, dados disponíveis e software de integração, classificando sinais em muito alta a muito baixa.
- O mapa produzido para São Paulo usa quatro cores para indicar a intensidade da vulnerabilidade energética e pode ser aplicado a outros temas urbanos.
- A equipe busca ampliar a aplicação da metodologia a outras áreas, expandir a escala para mais territórios e participar de propostas com a Fapesp para monitoramento energético estadual.
A USP desenvolveu uma metodologia de mapeamento urbano que integra literatura, dados e tecnologia para visualizar problemas em cidades grandes como São Paulo. O objetivo é apoiar decisões de políticas públicas com base em mapas analíticos.
A ferramenta facilita entender questões específicas da cidade, permite a criação de cenários futuros e pode ser alimentada continuamente com novos dados para monitoramento.
A iniciativa resultou num mapa inédito de vulnerabilidade energética de São Paulo. A solicitação de patente foi feita em 2018 e aprovada em janeiro deste ano pelo centro de pesquisa da universidade.
O método
O modelo parte da união de três dimensões: teoria, técnica e método. A leitura de literatura especializada, o volume de dados disponíveis e um software adequado são considerados essenciais para a construção do mapa.
O primeiro mapa produzido classifica as áreas em quatro cores conforme a intensidade do problema, servindo de base para ampliar a compreensão de vulnerabilidades em diferentes regiões da cidade.
Projeção para o futuro
A equipe enfatiza o trabalho colaborativo entre pesquisadores, destacando que o método demanda multidisciplinar. A patente não visa lucro e pode ser usada por qualquer pessoa.
Os pesquisadores pretendem aplicar a metodologia a outros temas urbanos e ampliar sua aplicação para cobrir territórios adicionais. Há ainda a perspectiva de vincular a ferramenta a projetos estaduais, como monitoramento energético do Estado de São Paulo.
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