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Satélites Starlink podem influenciar o clima, segundo estudos

Estudo internacional aponta que até 2029 satélites Starlink podem representar até quarenta por cento da poluição atmosférica causada pela atividade espacial, liberando cerca de 870 toneladas de fuligem por ano

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  • Um estudo britânico e norte-americano aponta que a poluição atmosférica derivada de satélites pode aumentar com o aumento dos lançamentos, especialmente dos trens de Starlink.
  • Hoje existem cerca de quinze mil satélites de telecomunicações em órbita, com mais de dez mil pertencentes à SpaceX.
  • Os pesquisadores estimam que, até 2029, esses satélites representem até quarenta por cento da poluição atmosférica gerada pela atividade espacial.
  • A projeção aponta que, até lá, o setor pode liberar cerca de oitocentas e setenta toneladas de fuligem por ano na atmosfera, similar ao total emitido pelos carros no Reino Unido.
  • Os pontos críticos são o lançamento e a reentrada dos satélites, que passam a ter maior impacto no clima.

Os satélites de telecomunicações, especialmente os da Starlink, da SpaceX, podem provocar impactos no clima além da poluição luminosa. Um estudo internacional aponta que o conjunto de quase 15 mil satélites já em órbita pode alterar a atmosfera de forma relevante, com projeções de longo prazo ainda em avaliação.

Segundo a pesquisa, mais de 10 mil desses objetos pertencem à SpaceX, representando um crescimento significativo desde 2020. A estimativa é de que, até 2029, esses satélites respondam por cerca de 40% da poluição atmosférica gerada pela atividade espacial e, nesse período, liberem aproximadamente 870 toneladas de fuligem anualmente.

Contexto e impactos-chave

O estudo enfatiza dois momentos críticos para o clima: o lançamento dos satélites e a reentrada na atmosfera. As simulações sugerem que a combinação de frequentes lançamentos e de reentrações pode ampliar a concentração de partículas na atmosfera, influenciando processos climáticos locais e regionais.

Dados e próximas etapas

Os pesquisadores destacam a necessidade de monitoramento contínuo e de medidas para mitigar efeitos ainda não totalmente quantificáveis. A pesquisa ressalta que a magnitude do efeito depende de várias variáveis, incluindo padrões de lançamento, procedimentos operacionais e avanços tecnológicos.

Observações adicionais

A análise aponta que o tema envolve não apenas poluição luminosa, mas também impactos atmosféricos diretos associados aos lançamentos e à presença contínua de dezenas de milhares de satélites em órbita. As informações acima são provenientes de estudos científicos recentes que discutem potenciais desdobramentos para o clima global.

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