- O fluxo intenso de viajantes para a Copa da Alemanha pode disseminar o sarampo no Brasil, alertam especialistas.
- O sarampo havia sido eliminado no Brasil em 2016, mas voltou a surgir em vários países, inclusive na Europa.
- O Ministério da Saúde informa que a cobertura vacinal entre crianças é de cerca de 95%, mas há regiões com menos de noventa por cento.
- A imunização com as duas doses é essencial: primeira dose aos doze meses e segunda aos quinze meses, com vacina gratuita pelo SUS.
- A Organização Mundial da Saúde declarou o sarampo uma emergência global de saúde pública, reforçando a importância da vacinação para evitar importação e surtos.
O Brasil está em alerta por potencial disseminação do sarampo devido ao fluxo intenso de viajantes que acompanham a Copa do Mundo na Alemanha. A doença, eliminada no Brasil em 2016, voltou a ser registrada em vários países, com circulação significativa na Europa.
O Ministério da Saúde aponta que a cobertura vacinal de crianças no Brasil está em cerca de 95%, mas há regiões com índices abaixo de 90%. A imunização é fundamental para evitar surtos e proteger grupos vulneráveis, como crianças pequenas, gestantes e imunodeprimidos.
O sarampo é altamente contagioso, transmitido por gotículas respiratórias. Principais sintomas: febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas no corpo. Em alguns casos, pode causar pneumonia, encefalite e até morte.
Imunização e medidas preventivas
Quem não tomou as duas doses da vacina contra sarampo, administradas aos 12 e 15 meses, deve procurar uma unidade de saúde para se imunizar. A vacinação é segura, eficaz e gratuita pelo SUS.
A vacinação em massa é reforçada pelo Ministério da Saúde para manter o Brasil livre da doença. A circulação do vírus no exterior aumenta o risco de importação e surtos locais.
Cenário global e orientação
A Organização Mundial da Saúde declarou o sarampo como emergência global de saúde devido ao aumento de casos em várias regiões. Vacinar-se permanece a melhor estratégia para proteção da população e prevenção de novos surtos.
Rodrigo Oliveira
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