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Atleta descobre problema grave após dor pós retirada do siso

Dor após cirurgia do siso levou atleta de vôlei universitária a descobrir leucemia mieloide aguda e iniciar tratamento, incluindo transplante de medula óssea

Dor após arrancar o siso / Foto Reprodução GoFundMe
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  • Aos 21 anos, Kendall Schara, capitã do time de vôlei da Universidade de Wisconsin–Green Bay, teve a extração de siso que desencadeou complicações na recuperação.
  • A área cirúrgica não cicatrizava e a infecção persistia, levando os médicos a investigar mais e identificar leucemia mieloide aguda.
  • A doença, que evolui rapidamente, exigiu quimioterapia; posteriormente foi indicado transplante de células-tronco (medula óssea).
  • A irmã mais nova, Elle Schara, foi compatível como doadora; o transplante ocorreu em julho de dois mil e vinte e cinco, seguido do retorno da atleta para casa.
  • Exame recente mostrou que a medula óssea não apresentava sinais de leucemia, trazendo alívio à família e à equipe.

Kendall Schara, atleta universitária de vôlei, teve a recuperação de uma cirurgia de terceiros molares como ponto de virada. Aos 21 anos, a dor na região da extração não cicatrizou, levando médicos a investigar sinais incomuns. O diagnóstico apontou leucemia mieloide aguda (LMA).

A atleta é capitã do time da Universidade de Wisconsin–Green Bay. Durante o intervalo entre temporadas, realizou a extração dos dentes do siso, procedimento comum nessa faixa etária. A persistência da infecção chamou a atenção dos médicos e motivou exames adicionais.

Os profissionais realizaram uma biópsia de medula óssea, que confirmou a LMA. A doença é agressiva e requer tratamento rápido. Kendall iniciou quimioterapia e, cerca de um mês depois, precisou de transplante de células-tronco.

Diagnóstico e tratamento

A família revelou que, após o diagnóstico, o tratamento incluiu quimioterapia intensiva. A irmã mais nova, Elle Schara, foi compatível como doadora de medula óssea, possibilitando o transplante em julho de 2025. O procedimento trouxe expectativa de recuperação.

Pouco após o transplante, Kendall voltou para casa e retornou aos estudos e aos treinamentos. Em setembro, a universidade organizou um torneio em homenagem à atleta, marcando o retorno às quadras.

Atualização recente

Segundo a mãe, exames recentes da medula óssea não mostraram sinais de leucemia. A notícia gerou emoção entre familiares, amigos e colegas de time, que acompanharam a trajetória desde o diagnóstico.

Os médicos destacam que sintomas de leucemia podem parecer problemas comuns no início. Ficam os alertas para qualquer dor, cansaço extremo ou sangramentos que não melhorem com o tempo.

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