- Estudo da Universidade de São Paulo acompanhou participantes com média de 28 anos durante 16 semanas.
- Comparou treino de musculação isolado com treino combinado (musculação mais aeróbico) e encontrou ganho de massa muscular equivalente entre os grupos.
- No entanto, o grupo que treinou com cardio teve ganho de força levemente menor do que o grupo apenas com musculação.
- Os resultados foram publicados no Journal of Applied Physiology.
- Pesquisador explica que o cardio não prejudica a hipertrofia; a combinação é uma base para a boa saúde.
O estudo da Universidade de São Paulo (USP) avaliou se combinar treino de força com exercício aeróbico afeta a hipertrofia muscular. A pesquisa indicou que a soma de musculação e cardio não prejudica o ganho de massa muscular. Ainda assim, o grupo com treino combinado apresentou ganho de força levemente menor do que o grupo apenas com musculação.
Participantes tinham média de 28 anos e foram acompanhados por 16 semanas. Os resultados foram divulgados no Journal of Applied Physiology. A pesquisa questiona a ideia de interferência entre cardio e musculação na resposta hipertrofia.
O objetivo era entender se o treino concorrente compromete a síntese proteica associada à hipertrofia. O estudo explica que o cardiopata, ao aumentar a biogênese mitocondrial, poderia teoricamente reduzir o aporte necessário para o crescimento muscular. O foco é a base de saúde pela prática integrada.
Detalhes do Estudo
O texto destaca que a combinação de atividades visa melhorar saúde e condicionamento. A participação de jovens adultos reforça que o efeito observado pode ocorrer em treinos mistos comuns no cotidiano. A pesquisa ressalta a importância de planejar cargas e ritmos para reduzir impactos.
Professores da EEFE-USP explicam que o cardio tem papel essencial na saúde cardiovascular e na oxigenação. A conclusão aponta que manter a força como componente principal não impede ganhos expressivos, apenas pode reduzir o ganho de força em relação ao treino isolado.
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