- O colesterol alto está relacionado à alimentação, genética, sedentarismo, obesidade, resistência à insulina e inflamação metabólica, e a alimentação adequada ajuda no controle quando associada à atividade física e a mudanças de estilo de vida.
- Entre os alimentos que ajudam a reduzir o LDL estão fibras solúveis (aveia, chia, linhaça, frutas e leguminosas), azeite de oliva, oleaginosas, peixes ricos em ômega-3 e vegetais ou alimentos minimamente processados.
- Alimentos ultraprocessados, ricos em gordura trans, excesso de gordura saturada, açúcar e farinha refinada, devem ser reduzidos porque favorecem inflamação metabólica e pioram o perfil lipídico.
- Em casos de hipercolesterolemia familiar, a alimentação pode não ser suficiente sem tratamento medicamentoso, mesmo com boa alimentação, segundo a especialista.
- O risco do colesterol elevado está ligado a doença cardiovascular, com possibilidade de infarto, AVC e doença arterial periférica; o foco é o risco cardiovascular global e a prevenção de eventos futuros.
O colesterol alto está ligado à alimentação, genética, sedentarismo, obesidade, resistência à insulina e inflamação metabólica. A alimentação adequada pode ajudar no controle, sobretudo quando associada à prática de atividades físicas.
A endocrinologista Tassiane Alvarenga, pela SBEM, reforça que hábitos saudáveis, aliando dieta e estilo de vida, reduzem o LDL. A adoção de medidas contínuas é essencial para resultados a longo prazo.
Alimentos que ajudam a reduzir o LDL
- fibras solúveis presentes em aveia, chia, linhaça, frutas e leguminosas
- azeite de oliva
- oleaginosas
- peixes ricos em ômega-3
- vegetais e alimentos minimamente processados
Alimentos a evitar
Alimentos ultraprocessados, com gordura trans, excesso de gordura saturada, açúcar e farinha refinada devem ser reduzidos, pois favorecem inflamação metabólica e pioram o perfil lipídico.
Fatores genéticos e risco
Algumas pessoas têm hipercolesterolemia familiar, onde a alimentação sozinha pode não bastar e pode haver necessidade de tratamento medicamentoso, segundo a especialista.
O foco atual não é apenas o número do exame, mas o risco cardiovascular global, o contexto metabólico e a prevenção de eventos futuros, segundo a endocrinologista.
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