- A senadora Zenaide Maia celebrou os 126 anos da Fiocruz e destacou o papel da instituição na defesa da ciência, da saúde pública e do SUS.
- Ela ressaltou que a Fiocruz ampliou sua atuação mesmo em crises e epidemias, incluindo a pandemia de covid-19, contribuindo com a produção de vacinas.
- Zenaide afirmou que, naquele período, houve negacionismo no Estado brasileiro, mas a Fiocruz permaneceu como bastião da ciência e da proteção à vida.
- A parlamentar alertou para a necessidade de investimentos contínuos em ciência e pesquisa, lembrando que a falta de financiamento afeta pesquisadores que vão buscar oportunidades no exterior.
- Ela defendeu que investir em ciência e em saúde pública não é gasto, mas construção de soberania, desenvolvimento econômico e proteção da população.
A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) celebrou nesta quarta-feira (27) os 126 anos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e enalteceu o papel da instituição na defesa da ciência, da saúde pública e do SUS. Ela destacou a atuação da Fiocruz em crises e epidemias, inclusive na pandemia de covid-19, quando houve produção de vacinas.
A parlamentar ressaltou que a fundação se manteve firme frente a posições negacionistas presentes em parte do Estado, posicionando a ciência como elemento central para salvar vidas. Ela afirmou que a Fiocruz foi um bastião de resistência contra tentativas de descredibilizar vacinas.
Maia pediu investimentos contínuos em ciência e pesquisa no Brasil, destacando a fuga de pesquisadores para o exterior pela falta de financiamento. Segundo a senadora, investir em ciência não é gasto, é construção de soberania, desenvolvimento econômico e proteção da população.
Defesa da ciência como pilar estratégico
Ela completa dizendo que cortar recursos à ciência não reduz despesas; agrava atrasos do país. Em sua visão, a valorização da pesquisa fortalece o SUS e a capacidade brasileira de enfrentar crises sanitárias, preservando vidas e oportunidades para o desenvolvimento nacional.
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