- A atriz e psicóloga Franciely Freduzeski revelou ter fibromialgia, diagnosticada em dois mil e vinte e dois após quatro anos de busca pelo tratamento correto e consulta com vinte e sete médicos.
- Ela começou a sentir sintomas em dois mil e dezoito, mas só encontrou o diagnóstico adequado após encontrar o médico certo.
- Freduzeski relatou ter passado por cirurgias desnecessárias, como na coluna, no glúteo e nos ombros, antes do diagnóstico correto.
- Ela usa um cordão com girassolos para conscientizar sobre doenças invisíveis e já enfrentou julgamentos ao acessar filas preferenciais.
- A atriz enfatizou a importância de dar visibilidade à fibromialgia e a outras condições invisíveis, incentivando o uso do cordão para romper preconceitos.
Franciely Freduzeski, atriz e psicóloga, falou sobre a fibromialgia, doença que enfrentou após quatro anos de busca pelo diagnóstico correto. O relato ocorreu em uma roda de conversa na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Ela contou que começou a sentir os sintomas em 2018 e só recebeu o diagnóstico em 2022. Ao todo, foram 27 médicos e uma bateria de exames sem identificação da condição.
Antes de chegar ao diagnóstico, a atriz realizou procedimentos invasivos desnecessários, incluindo duas cirurgias na coluna e uma cirurgia no glúteo, além de intervenções no ombro.
Freduzeski destacou o impacto da fibromialgia, que provoca dor generalizada, fadiga, distúrbios do sono, ansiedade e depressão. A doença é de difícil identificação e manejo.
Visibilidade e cordão de girassolos
Ela explicou a importância de aumentar a visibilidade sobre doenças invisíveis e o uso do cordão com girassolos, símbolo de fibromialgia. A peça facilita a identificação e a discussão sobre o tema.
A atriz compartilhou que já enfrentou julgamentos ao usar a fila preferencial em viagens aéreas. Em uma situação recente, recebeu comentários de que seria jovem demais para aquela condição.
Mesmo diante do preconceito, Freduzeski afirmou que a experiência reforça a necessidade de conscientização. Ela incentiva o uso do cordão para sinalizar a presença da doença e estimular o diálogo.
Entre na conversa da comunidade