- A gordura abdominal visceral aumenta com a idade e eleva o risco de infarto, AVC, diabetes tipo 2 e pressão alta.
- Ela funciona como um órgão endócrino ativo, liberando substâncias inflamatórias que afetam o corpo e elevam o risco cardiovascular.
- Mudanças hormonais (queda de estrogênio nas mulheres; queda de testosterona nos homens) e menor metabolismo ajudam o acúmulo; a resistência à insulina também facilita.
- Dieta equilibrada, similar à mediterrânea: alimentos in natura, redução de açúcares e de farinhas refinadas, inclusão de gorduras saudáveis e mais fibras, com controle de porções e proteína adequada.
- Exercícios: pelo menos 150 minutos semanais de atividade aeróbica mais treino de força 2 a 3 vezes por semana; hábitos como sono adequado, manejo do estresse, não fumar e consumo moderado de álcool também ajudam.
A gordura abdominal visceral, que envolve os órgãos internos, tende a aumentar com a idade, mesmo sem grandes mudanças na alimentação. Esse acúmulo eleva o risco de doenças cardíacas e outras condições crônicas. especialistas destacam que não é apenas estética, é saúde.
Mudanças hormonais, metabólicas e a queda da taxa metabólica basal ajudam nessa progressão. Em mulheres, a redução de estrogênio após a menopausa e em homens a diminuição de testosterona favorecem a distribuição de gordura no abdômen. O sedentarismo também colabora.
O peso central atua como um marcador de risco. Além da pressão alta, pode aumentar a likelihood de diabetes tipo 2, inflamações silenciosas e alterações lipídicas. Por isso, médicos recomendam monitorar a circunferência da cintura principalmente após os 50 anos.
Por que aumenta com a idade
Com o passar dos anos, a massa muscular tende a diminuir, reduzindo o gasto energético em repouso. A resistência à insulina também se torna mais comum, prejudicando o uso de glicose. Essas mudanças favorecem o depósito de gordura na região central.
A gordura visceral funciona como um órgão endócrino ativo, liberando substâncias inflamatórias. Esse gatilho inflamatório favorece o acúmulo de placas nas artérias, elevação da pressão e alterações no colesterol. Fatores de risco cardíaco se agravam.
Riscos para o coração e a saúde
Estudos associam circunferência abdominal elevada a doenças como infarto, AVC, diabetes tipo 2 e esteatose hepática não alcoólica. O risco se mantém mesmo em pessoas com IMC normal. Por isso, a medição da cintura é recomendada em avaliações de risco.
As diretrizes também apontam que o uso de exames de imagem pode ser indicado em casos de risco elevado. Práticas de avaliação costumam incluir histórico, alimentação, atividade física e padrões metabólicos do paciente.
Como reduzir com hábitos comprovados
Não há alimento mágico para queimar gordura abdominal. Dietas equilibradas, como padrões ribeirinhos ou mediterrâneos, ajudam a reduzir o risco cardiometabólico. Priorize alimentos in natura, reduza açúcares e refinados, e inclua gorduras saudáveis.
Aumentar fibras, controlar porções e manter proteína suficiente são estratégias-chave. Técnicas de treino combinando aeróbico e resistência costumam trazer resultados mais consistentes na redução da gordura visceral.
Exercício e estilo de vida
Recomendam-se pelo menos 150 minutos semanais de atividade moderada e treino de força 2 a 3 vezes por semana. Além disso, dormir bem, gerenciar o estresse, evitar tabagismo, reduzir álcool e acompanhar a saúde ajudam a controlar a gordura central.
Mudanças diárias, como caminhadas, refeições regulares e monitoramento de pressão, glicose e colesterol, contribuem para reduzir o risco de problemas cardíacos. A orientação médica é essencial para ajustes individuais.
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