- A NASA detalha planos para construir uma base permanente na Lua, com três missões robóticas privadas antes do fim deste ano, e mais de vinte próximas até 2029 para preparar a base.
- Moon Base 1, da Blue Origin, vai ao polo sul lunar com o veículo Blue Moon, marcando a primeira aterrissagem da empresa nessa região.
- Moon Base 2 será operada pela Astrobotics, com o Griffin, numa segunda chance após a falha de pouso de janeiro de 2024.
- A Intuitive Machines manterá uma terceira missão com a sonda Athena, cuja primeira tentativa de alunissagem não teve sucesso.
- A previsão é iniciar 2026 a 2029 com 21 missões para testar técnicas e infraestrutura, chegando a bases habitáveis provisórias em 2029 e permanentes em 2032, alimentadas por energia solar e nuclear.
A Nasa detalhou os primeiros passos para a construção de uma base permanente na Lua, anunciando três missões robóticas já para este ano. As operações serão executadas por empresas privadas e visam preparar o terreno para a presença humana permanente no polo sul lunar.
Segundo Jared Isaacman, administrador da Nasa, as missões ocorrerão até o final deste ano e servirão para testes e aprendizado sobre a sobrevivência humana em ambiente extremo, além de mapear rotas de deslocamento e suporte científico. A estratégia envolve várias etapas até 2029.
Moon Base 1 será realizada pela Blue Origin, com o veículo Blue Moon, e terá como destino o polo sul lunar. A missão marca a primeira aterrissagem desse veículo no Satélite e envolve testes de operação em terreno polar.
Moon Base 2 terá a Astrobotic, que busca pousar o Griffin na Lua após uma falha anterior. A missão reforça a busca por tecnologias de pouso autônomo e exploração de áreas com pouca luminosidade.
A Intuitive Machines também participa, operando a sonda Athena, que já enfrentou contratempos em tentativas anteriores. O objetivo é consolidar capacidades de entrega de cargas e experimentos científicos na superfície lunar.
Os planos da Nasa preveem 21 missões entre 2026 e 2029 para levar capacidades técnicas ao redor do polo sul, com foco em testes de vida, habitats e infraestrutura. Em 2029, está prevista a montagem das primeiras bases habitáveis provisórias e com energia solar e nuclear.
A partir de 2032, a meta é erguer bases permanentes com robôs de construção, apoiadas por redes de telecomunicações e centrais de energia capazes de sustentar longas noites lunares. O esforço busca facilitar viagens, abastecimento e pesquisas contínuas.
A estratégia envolve veículos de transporte pressurizados, drones e vários instrumentos científicos para sustentar uma colônia que, no futuro, poderá ampliar a presença humana além da Terra.
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