- A Nasa planeja lançar o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman entre 2026 e 2027, para mapear mais de cem mil exoplanetas na Via Láctea.
- O observatório usa uma lente de grande angular com resolução estimada em 300 megapixels, proporcionando imagens de qualidade semelhante às do Hubble.
- O objetivo é estudar planetas em regiões ricas em elementos pesados, ajudando a entender a frequência de sistemas solares semelhantes ao nosso.
- O projeto teve custo acima de US$ 4 bilhões após mais de uma década de desenvolvimento e vai monitorar centenas de milhões de estrelas na região central da galáxia.
- Enquanto missões anteriores já encontraram cerca de 6,3 mil mundos, o Roman busca ampliar esse total para mais de cem mil exoplanetas.
O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, da NASA, está prestes a ser lançado entre 2026 e 2027. A missão vai explorar regiões inexploradas da Via Láctea e documentar mais de 100 mil exoplanetas, buscando sistemas solares parecidos com o nosso. A iniciativa pretende ampliar o conhecimento sobre a diversidade planetária.
Desenvolvido ao longo de mais de uma década, o Roman terá uma lente de grande angular com resolução de cerca de 300 megapixels, capaz de produzir imagens de qualidade similar às do Hubble. O projeto envolve um investimento acima de US$ 4 bilhões e visa mapear estrelas em áreas ricas em elementos pesados.
Até hoje, as missões anteriores da NASA registraram cerca de 6,3 mil mundos fora do nosso sistema. O Roman vai monitorar estrelas numa região central da Via Láctea, onde há concentração maior de astros, ampliando o conjunto de dados disponível.
Perspectivas e impacto científico
Segundo pesquisadores da NASA, o Roman observará centenas de milhões de estrelas distantes, permitindo comparar a população de planetas distantes com a encontrada nas proximidades do Sol. A missão pretende definir com mais clareza a frequência de sistemas planetares parecidos com o nosso.
Os resultados esperados devem ajudar a compreender a formação de planetas em regiões com alta abundância de metais. A abordagem do Roman combina abordagem de survey amplo com capacidades de alta resolução, ampliando o escopo atual da astronomia de exoplanetas.
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