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Mãe pensou que filha era apenas resfriado; acabou perdendo as pernas

Mãe descreve sepse que devastou a vida da filha de dezoito meses, levando a amputações; alerta sobre detecção precoce para aumentar as chances de cura

Mady perdeu as duas pernas — Foto: Reprodução/Newsweek
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  • No Tennessee, nos EUA, a mãe Kory Paige Loden conta que a filha Mady, então com cerca de 18 meses, adoeceu como se fosse gripe, mas desenvolveu sepse em 24 horas e precisou ter as duas pernas amputadas.
  • Foi identificada uma condição congênita: Mady nasceu sem baço e tinha interrupção da veia cava inferior, o que contribuiu para a sepse desencadeada por pneumonia estreptocócica. A doença também provocou coagulação intravascular disseminada.
  • A menina recebeu suporte de vida, passou por cirurgia cardíaca e ficou em tratamento por dias, sendo transferida de helicóptero para um hospital infantil a noventa minutos de distância.
  • Durante a internação, foram realizadas várias cirurgias e, posteriormente, a amputação da perna restante; o tratamento se estendeu por meses após a alta.
  • Hoje, dois anos e meio depois, Mady vive como paciente amputada bilateral, com próteses ou sem elas, e a mãe reforça a importância da detecção precoce da sepse para aumentar as chances de cura.

Durante dois anos e meio, a mãe Kory Paige Loden, de Tennessee, compartilha a experiência para alertar famílias sobre sepse. A filha Mady, então com 18 meses, teve início de gripe em outubro de 2023 que evoluiu rápido para riscos de vida em 24 horas.

Mady recebeu suporte de vida e, mesmo após estabilização, precisou de amputação das duas pernas. A família relata que médicos atuaram com rapidez, o que, segundo a mãe, aumentou as chances de sobrevivência.

A criança foi transferida de helicóptero para um hospital infantil a 90 minutos da residência. No caminho, a família autorizou procedimentos de reanimação caso fosse necessário.

Foi diagnosticado que Mady nasceu sem baço, o que compromete a defesa contra bactérias encapsuladas. A sepse decorreu de pneumonia estreptocócica e desencadeou coagulação intravascular disseminada, agravando o estado renal e comprometendo membros.

Ao longo dos dias, os médicos fizeram várias cirurgias para salvar a vida de Mady. A internação permaneceu quase dois meses, com novas intervenções após a alta, até que uma das pernas foi amputada no início de dezembro e a outra no período seguinte.

Hoje, dois anos e meio depois, Mady vive com mobilidade assistida por prótese. A família reforça que a detecção precoce da sepse é crucial para ampliar as chances de cura.

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