- O El Niño no Pacífico, aliado ao aquecimento do Atlântico, pode mudar junho, trazendo mais chuva para o Sudeste.
- Normalmente junho é mais seco no Sudeste, Centro-Oeste e partes do Nordeste, com chuvas abaixo de 20 milímetros em várias áreas.
- A previsão aponta precipitação acima da média na primeira quinzena em parte do Sudeste, com possível frio intenso e geadas.
- O meteorologista Celso Luis de Oliveira Filho, da Tempo OK, diz que o padrão de junho deve sofrer alterações por causa das condições oceânicas.
- O inverno começa em 21 de junho, mas os efeitos já aparecem nas previsões para as próximas semanas.
O El Niño volta a ganhar força no Pacífico e deve alterar o comportamento do tempo de junho, segundo previsões meteorológicas. A combinação com o aquecimento do Atlântico pode tornar o mês mais chuvoso no Sudeste, além de potencial frio intenso e geadas.
Meteorologistas destacam que o padrão seco típico de junho pode não se confirmar. Em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantins, oeste da Bahia e parte do Nordeste, as chuvas costumam ficar abaixo de 20 mm, mas isso pode mudar neste ano.
Conforme o especialista Celso Luis de Oliveira Filho, da Tempo OK, as condições oceânicas devem elevar a precipitação em parte do Sudeste, especialmente na primeira quinzena de junho. O inverno, oficialmente iniciado em 21 de junho, pode registrar alterações ainda nas próximas semanas.
Impactos e desdobramentos previstos
Segundo as previsões, o mês pode apresentar volumes de chuva acima da média em áreas do Sudeste, com impactos ainda a serem confirmados pelos boletins oficiais. As autoridades locais acompanham a evolução para orientar planos de manejo hídrico.
A temperatura também pode sofrer variações, com possibilidade de queda mais acentuada em algumas regiões e episódios de geada em áreas de maior altitude. A confirmação dependerá da continuidade do aquecimento das águas oceânicas.
O que esperar nos próximos dias
As atualizações climáticas devem atualizar estimativas ao longo de junho, com foco em regiões de maior vulnerabilidade a variações de chuva. Técnicos pedem atenção a possíveis impactos na agricultura e no abastecimento, sem ainda estabelecer cenários definitivos.
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