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Vacina 100% brasileira contra Covid-19 avança para imunidade mais duradoura

Vacina 100% brasileira SpiN-TEC avança para fase final, com estabilidade que pode gerar imunidade mais duradoura e desperta interesse do Ministério da Saúde

SpiN-TEC é desenvolvida no laboratório CTVacinas localizado no Parque Tecnológico de Belo Horizonte
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  • SpiN-TEC, vacina 100% brasileira contra a Covid-19, está em fase final de testes na UFMG.
  • O imunizante, com tecnologia própria, destaca-se pela estabilidade e pode oferecer imunidade mais duradoura.
  • A fase final de estudos aguarda aprovação para aplicação em larga escala e possível produção pelo SUS.
  • O Ministério da Saúde mostra grande interesse e avalia a incorporação da vacina ao calendário nacional.
  • A equipe é liderada por um professor e pesquisador da UFMG, que reforça o ganho de autonomia do Brasil na produção de vacinas.

A vacina SpiN-TEC, desenvolvida no Brasil, está em fase final de testes na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O imunizante se sobressai pela estabilidade e pela promessa de uma imunidade mais duradoura, com avaliação para aplicação em larga escala ainda em andamento.

Desenvolvida com tecnologia própria, a SpiN-TEC busca oferecer uma alternativa nacional às vacinas importadas, fortalecendo a autonomia do Brasil na produção de imunizantes contra a Covid-19. Estudos preliminares indicam eficácia e segurança promissoras.

O Ministério da Saúde demonstrou grande interesse na vacina brasileira, com expectativa de que possa integrar o calendário de imunizações do país. A produção em larga escala dependerá da avaliação de resultados da fase final.

A equipe de pesquisa é liderada por um professor da UFMG, que ressaltou a importância de uma vacina 100% brasileira para o fortalecimento do sistema de saúde nacional e para reduzir a dependência de insumos estrangeiros.

A fase final de testes deve durar alguns meses, com a análise dos resultados para confirmar a eficácia definitiva. Se aprovada, a vacina poderá ser distribuída pelo SUS e chegar aos serviços de saúde públicos.

A aposta é de que SpiN-TEC ofereça proteção robusta contra as variantes do vírus, contribuindo para a autonomia do Brasil na produção de vacinas e medicamentos.

Fonte: Renata Abritta

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